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Brasileiro quer o fim de Israel

15 abr

Uma das coisas que mudaram desde 9/11 foi o posicionamento das esquerdas radicais no Brasil e no mundo. Mesmo com os EUA ocupando militarmente o Iraque, mesmo com o Egito recebendo o dobro da ajuda financeira atual que Israel recebe, mesmo que os EUA financiassem a Autoridade Palestina até o Hamas chegar ao poder, a culpa é de Israel. Há 4 anos atrás, o discurso do PSTU, grupo que congrega o maior número de participantes nas manifestações anti-americanas e anti-israelenses no Brasil, era “judeus não existem como religião”, “queremos uma Palestina laica, sem o judeus ou os muçulmanos”. Nesta eleição o discurso é outro: “Pelo Fim de Israel”. Isso não é mais crítica! É racismo e anti-semitismo explícito, pois não há com Israel deixar de existir sem o extermínio de sua população judaica.

Lembre que o PSTU controla praticamente todos os sindicatos de funcionários das universidades públicas no Brasil e boa parte dos sindicatos de professores. E é justamente um professor, um educador, Julio Cezar Leirias Flores, professor do ensino público médio e fundamental, servidor público, pago com meu imposto retido na fonte e com o seu, candidato a deputado estadual no Rio Grande do Sul que fez o discurso no vídeo abaixo, SEM SER PUNIDO PELO TRE ou pelo TSE, como se fosse a coisa mais comum e políticamente correta. É gente como esse candidato, infiltrada nas insituições de ensino de todo o país que fazem parte da grande máquina de criação do racismo anti-judaico de esquerda no Brasil.

Note direto sua primeira frase: “Os Estados Unidos financiam Israel para agredir os árabes e explorar petróleo”. Ao longo de 2006, vemos essa grande mentira dita sem parar pela propaganda de esquerda: “Israel foi estabelecido para os EUA controlarem o petróleo do Oriente Médio”. Não param de falar isso! Não importa que Israel, Egito, Líbano, Síria e Jordânia não tenham praticamente nada de petróleo. Como a maioria das pessoas não tem boa noção geográfica, acabam achando que Israel “controla” o que acontece no Golfo Pérsico, no Irã, na Arábia Saudita e mantêm-se a falácia de que aquela região é a que produz mais petróleo no mundo, quando não é.

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Publicado por em abril 15, 2009 em Uncategorized

 

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