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18 jun

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A mentira leva ao caos – Jerusalém x Palestina


Joseph Farah
http://www.worldnetdaily.com

O que vem a seguir foi escrito pelo jornalista Joseph Farah, americano de ascendência árabe, lider do WorldNetDaily. O artigo é impressionante, dada a etnia do autor.

Tenho estado quieto desde que Israel começou a lutar devido as disputas relacionadas com o Monte do Templo, onde ocorreu a visita de Sharon ao sitio arqueológico sob o quarteirão árabe na cidade velha de Jerusalém, que Arafat alega ser o motivo detonador do último levante árabe-Intifada.

Até agora, não me preocupei em dizer: “Viu? Eu te disse que isso ia acontecer…”. Mas não aguento mais. Me sinto compelido a lembrá-los de um artigo que escrevi cerca de 2 semanas antes do ultimo levante. Sim, colegas, eu previ que isso aconteceria. Tudo bem. Segurem seus aplausos. Afinal, eu preferia ter errado em minha previsão. Mais de 600 pessoas foram mortas desde que esta luta se iniciou. E por que motivo?

Se voce acredita no que lê na maioria das novas fontes, os Palestinos querem uma pátria e os muçulmanos querem controlar os locais que consideram sagrados. Bastante simples, não?

Bem, eu, como um jornalista americano de origem árabe que passou algum tempo no Oriente Médio fazendo mais que a minha cota de pedras e morteiros, devo comunicar-lhes que isso são apenas desculpas para o combate, a criação de problemas e a tomada de terras por parte islâmica.

Não é interessante, que antes da guerra entre árabes e judeus de 1967, não havia nenhum movimento sério em prol de uma pátria palestina?

“Bem, Farah”, vocês podem dizer, “isto foi antes dos Israelenses tomarem a Cisjordânia e Jerusalem Antiga.” Isto lá é verdade. Na guerra dos seis dias, Israel tomou a Judeia, Samaria e o lado oriental de Jerusalem. Mas não tiraram estes territórios de Yasser Arafat. Eles a tomaram do rei Hussein da Jordânia.

Não consigo deixar de imaginar por que todos estes palestinos descobriram sua identidade nacional depois que Israel ganhou a guerra. A verdade é que a Palestina não é mais real que a Terra do Nunca. A primeira vez que este nome foi utilizado foi em 70 D.C. quando os romanos cometeram um genocidio contra os judeus , destruiram o Templo e declararam que não haveria mais a Terra de Israel. A partir daquele momento, os romanos prometeram, que o local seria conhecido como Palestina. Nome este derivado dos Filisteus, o povo de Golias que havia sido conquistado pelos judeus séculos antes. Este foi um modo que os romanos adicionaram insultos à injuria.

Eles também tentaram mudar o nome de Jerusalém para Aelia Capitolina, mas este nome teve menos força para se manter. A Palestina nunca existiu antes ou desde então, como uma entidade autonoma. Foi dominado, alternadamente por Roma, Muçulmanos, pelas Cruzadas Cristãs, pelo Império Otomano e por um curto período de tempo pelos Ingleses após a Primeira Guerra Mundial. Os ingleses concordaram em devolver ao menos, parte do território ao Povo Judeu como uma pátria.

Não há uma língua conhecida como “Palestino”. Não há uma cultura Palestina diferenciada. Nunca houve uma terra conhecida por Palestina governada por palestinos. Palestinos são árabes, indistinguíveis de Jordanianos (outra invenção recente), Sirios, Libaneses, Iraquianos, etc.

Saiba que os árabes detém o controle sobre 99,9% das terras do Oriente Médio. Israel representa um decimo de 1% (ou seja, 0,1%) do total de terras. Mas, ao modo de ver dos árabes, isto é muito. Eles querem tudo. E é essa a razão da briga em Israel hoje. Ganancia, Orgulho, Inveja. Não importando quanto de concessão de terras os israelenses fizessem, jamais seria suficiente.

O que dizer dos locais sagrados para o Islam? Não existe Jerusalém! Ficou chocado? Pois você deveria! Não espero que você ouça esta brutal verdade de qualquer outro na mídia internacional. Não é politicamente correto… Eu sei o que você dirá: “Farah, a Mesquita de Al Aqsa e o Domo da Rocha em Jerusalém representam o 3º lugar mais sagrado do Islam.” Não é verdade. De fato, o Corão não diz nada referente a Jerusalém. Menciona Meca centenas de vezes. Menciona Medina por vezes incontáveis. Nunca menciona Jerusalém. Por uma boa razão. Não há qualquer evidência histórica que Maomé tenha visitado Jerusalém alguma vez. Então, como Jerusalem se tornou o terceiro local mais sagrado para o Islam?

Os muçulmanos de hoje, citam uma vaga passagem no Corão, a 17ª Sura, entitulada “A jornada Noturna”. Onde relata que em sonho ou em uma visão, “Maomé foi carregado a noite do templo sagrado para o templo mais remoto, cujo local foi abençoado, onde devemos mostrar-lhe nossos sinais…” No século XVII, alguns muçulmanos identificaram os dois templos mencionados neste verso como sendo Meca e Jerusalém. E isso é o mais próximo que o islamismo se conecta com Jerusalém – mito, fantasia, um desejo. Enquanto isso, os judeus podem traçar suas raizes em Jerusalém, até os tempos de Abraão.

O último “round” da violência em Israel irrompeu, quando o líder do partido Likud, Ariel Sharon, tentou visitar o Monte do templo, a fundação do Templo construido por Salomão. Que é o local mais sagrado para os judeus. Sharon foi encontra-se com pedras e tratos. Sei como é. Estive lá.

Você pode imaginar como é para os os judeus serem ameaçados, apedrejados e mantidos fisicamente fora do local mais sagrado do judaismo? Então, qual a solução para o impasse do Oriente Médio?

Bem, francamente, não creio em uma solução criada pelo homem para a violência. Mas, se há uma, ela deve começar com a verdade.

A mentira só levará mais e mais rumo ao caos.

“Tratar um pacto de 5.000 anos fundamentado em bases históricas e evidências arqueológicas tal qual se trata reclamações, desejos e vontades ilegítimas tornam a diplomacia e a manutenção da paz uma coisa suja.”

Outros excelentes artigos, como o da URL – http://www.worldnetdaily.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=27427
ou arquivos do autor no site http://www.worldnetdaily.com/news/archives.asp?AUTHOR_ID=134

Para os judeus, provavelmente os seus mais antigos habitantes, ela é a Eretz Israel, a terra dada por Deus ao Povo Eleito, tendo Jerusalém, cujo terreno original foi tomado dos filisteus pelo rei Davi, como sua eterna capital (cerca do ano 1.000 a.C.). Para os judeus ela é a Terra da Promissão, o local que Deus apontou a Moisés como o lar definitivo dos judeus logo que eles conseguiram escapar do Egito, onde eram mantidos como escravos pelo faraó (nesta época nem haviam islâmicos e muito menos palestinos na região). Esta relação dos judeus com sua terra assumiu com os tempos um aspecto místico que fazia com que embora eles fossem desterrados varias vezes por inimigos poderosos (babilônios ou romanos) sempre que estavam na Diáspora encontraram uma maneira de voltar ao seu solo sagrado, local onde o rei Salomão construiu o Primeiro Templo, símbolo integrador das 12 tribos de Israel(cerca de 950 a.C.). Vamos à história:

Tempos bíblicos

Os patriarcas

A história judaica começou há mais ou menos 4.000 anos (c. séc. XVII a.E.C.) – com o patriarca Abraão, seu filho Isaac e seu neto Jacob. Documentos encontrados na Mesopotâmia, que datam de 2.000-1.500 a.E.C., confirmam aspectos de sua vida nômade, tal como a Bíblia descreve. O Livro do Gênese relata como Abraão foi conclamado a abandonar Ur, na Caldéia, e ir para Canaã, para iniciar a formação do povo com a fé no Deus Único. Quando Canaã foi assolada pela fome, Jacob (Israel), seus doze filhos e suas famílias estabeleceram-se no Egito, onde seus descendentes foram reduzidos à escravidão e sujeitos a trabalhos forçados.

O Êxodo e o Assentamento

Após 400 anos de servidão, os israelitas foram conduzidos à liberdade por Moisés que, segundo a narrativa bíblica, foi escolhido por Deus para tirar seu povo do Egito e retornar à Terra de Israel, prometida a seus antepassados (séc. XIII-XII a.E.C.). Durante 40 anos eles vagaram no deserto do Sinai, tornando-se uma nação; lá receberam a Torá (o Pentateuco), que inclui os Dez Mandamentos e deram forma e conteúdo à sua fé monoteísta. O êxodo do Egito (c. 1300 a.E.C.) deixou uma marca indelével na memória nacional do povo judeu, e tornou-se um símbolo universal de liberdade e independência. Todo ano os judeus celebram as festas de Pessach (a Páscoa judaica), Shavuot (Pentecostes) e Sucot (Festa dos Tabernáculos), relembrando os eventos ocorridos naquela época.

Durante os dois séculos que se seguiram, os israelitas conquistaram a maior parte da Terra de Israel e renunciaram à sua vida nômade, tornando-se agricultores e artesãos; seguiu-se uma fase de consolidação social e econômica. Períodos de relativa paz se alternavam com tempos de guerra, durante os quais o povo se unia em torno de líderes conhecidos como ‘Juízes’, escolhidos por suas habilidades políticas e militares, e por suas qualidades de liderança. A fraqueza inerente a essa organização tribal, face à ameaça constituída pelos filisteus (povo navegante da Ásia Menor que havia se estabelecido na costa mediterrânea do país) gerou a necessidade de um chefe que unisse as tribos e mantivesse a liderança de modo permanente, com sucessão hereditária.

A Monarquia

O reinado do primeiro rei, Saul (c.1020 a.E.C.) permitiu a transição entre esta organização tribal já frouxa e o pleno estabelecimento da monarquia, sob David, seu sucessor.

O Rei David (c.1004-965 a.E.C.) fez de Israel uma das potências da região através de bem sucedidas expedições militares, entre as quais a derrota final dos filisteus, assim como por alianças políticas com os reinos vizinhos. Conseqüentemente, sua autoridade foi reconhecida desde as fronteiras com o Egito e o Mar Vermelho até as margens do Eufrates. Internamente, ele unificou as doze tribos israelitas num só reino e estabeleceu sua capital, Jerusalém, e a monarquia, no centro da vida nacional. A tradição bíblica descreve David como poeta e músico, e os versos do Livro dos Salmos lhe são atribuídos.

David foi sucedido por seu filho Salomão (c.965-930 a.E.C.), que consolidou mais ainda o reino. Através de tratados com os reis vizinhos, reforçados por casamentos políticos, Salomão garantiu a paz para seu reino, tornando-o uma das grandes potências da época. Ele expandiu o comércio exterior e promoveu a prosperidade doméstica, desenvolvendo grandes empreendimentos, tais como mineração do cobre e fundição de metais; construiu novas cidades e fortificou as que tinham importância estratégica e econômica. O auge de sua realização foi a construção do Templo de Jerusalém, que se tornou o centro da vida nacional e religiosa do povo judeu. A Bíblia atribui a Salomão o Livro dos Provérbios e o Cântico dos Cânticos.

Os Profetas

Os Profetas, pensadores religiosos e figuras carismáticas, considerados como dotados do dom divino de revelação, pregaram durante o período da monarquia e até um século após a destruição de Jerusalém (586 a.E.C.). Às vezes conselheiros dos reis em assuntos religiosos, éticos e políticos, às vezes seus críticos, dando a primazia ao relacionamento entre o indivíduo e Deus, os profetas eram guiados pela sua aspiração de justiça e emitiram poderosos comentários sobre a moralidade da vida nacional judaica. Suas revelações estão registradas em livros de prosa e poesia inspiradas, muitos dos quais foram incorporados à Bíblia.

O apelo universal e eterno dos profetas deriva de sua procura por uma consideração fundamental dos valores humanos. Palavras como as de Isaías (1:17): “Aprendei a fazer bem; praticai o que é reto; ajudai o oprimido; fazei justiça ao órfão; pleiteai a causa das viúvas” continuam a alimentar a aspiração da humanidade pela justiça social.

A Monarquia Dividida

O final do reino de Salomão foi marcado por descontentamento das camadas mais pobres da população, que tinham de pagar pesados impostos para financiar seus planos ambiciosos. Além disso, o tratamento preferencial dispensado à sua própria tribo exasperava as outras, e conseqüentemente crescia o antagonismo entre a monarquia e os separatistas tribais. Após a morte de Salomão (930 a.E.C.) uma insurreição aberta provocou a cisão das tribos do norte e a divisão do país em dois reinos: o reino setentrional de Israel, formado pelas dez tribos do norte, e o reino meridional de Judá, no território das tribos de Judá e Benjamim. O Reino de Israel, com sua capital Samaria, durou mais de 200 anos, e teve 19 reis; o Reino de Judá sobreviveu 350 anos, com sua capital, Jerusalém, e teve o mesmo número de reis, todos da linhagem de David. Com a expansão dos impérios assírio e babilônio, tanto Israel quanto Judá, mais tarde, acabaram caindo sob domínio estrangeiro. O Reino de Israel foi destruído pelos assírios (722 a.E.C.) e seu povo foi exilado e esquecido. Uns cem anos depois, a Babilônia conquistou o Reino de Judá, exilando a maioria de seus habitantes e destruindo Jerusalém e o Templo (586 a.E.C.)

O Primeiro exílio

A conquista babilônica foi o fim do primeiro estado judaico (período do Primeiro Templo), mas não rompeu a ligação do povo judeu com sua terra. Às margens dos rios da Babilônia, os judeus assumiram o compromisso de lembrar para sempre sua pátria: “Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, esqueça-se a minha destra da sua destreza. Apegue-se-me a língua ao paladar, se me não lembrar de ti, se não preferir Jerusalém à minha maior alegria.” (Salmos 137:5-6).

O exílio na Babilônia, que se seguiu à destruição do Primeiro Templo, marcou o início da Diáspora judaica. Lá, o judaísmo começou a desenvolver um sistema e um modo de vida religioso fora de sua terra, para assegurar a sobrevivência nacional e a identidade espiritual do povo, concedendo-lhe a vitalidade necessária para preservar seu futuro como uma nação.

O povo judeu nasceu na Terra de Israel (Eretz Israel). Nela transcorreu uma etapa significativa de sua longa história, cujo primeiro milênio está registrado na Bíblia; nela se formou sua identidade cultural, religiosa e nacional; e nela se manteve ininterrupta, através dos séculos, sua presença física, mesmo depois do exílio forçado da maioria do povo. Durante os longos anos de dispersão, o povo judeu jamais rompeu ou esqueceu sua ligação com sua terra. Com o estabelecimento do Estado de Israel, em 1948, foi recuperada a independência judaica, perdida 2.000 anos antes.

Outros Descendentes de Abraão

Abraão é o homem com quem esse conflito árabe/judeu começou, pois Abraão também é considerado o pai dos árabes, além de ser o patriarca dos judeus. Abraão chegou a região da Palestina, terra de ocupação cananéia, por volta de 2000 a.C., nesta região viveram como semi-nômades. Esta região, porém, foi assolada por grande fome. Abraão, rico e próspero pastor, tomou sua tribo e retirou-se para o Egito, onde permaneceram por um breve período e depois mudou-se para Canaã.(hoje chamada terra de Israel).

Abraão, até então, não possuia descendentes. Sara, a esposa amada de Abraão, não conseguia ter filhos, pois só conseguiiu esta façanha aos 90 anos, quando nasceu o filho do casal, chamado Isaque (de onde descendem os judeus). Até que isto acontecesse, a paciência de Sara esgotou-se e disse Sara a Abrão: “Eis que o SENHOR me tem impedido de dar à luz filhos; toma, pois, a minha serva, e assim me edificarei com filhos por meio dela.” E Abrão anuiu ao conselho de Sara (segundo Gênesis 16.2). Sara , portanto, deu a Abraão sua escrava egípcia, Agar, para que com esta Abraão viesse a ter descententes. Deste ajuntamento nasceu Ismael. “Ele a possuiu, e ela concebeu. Vendo ela que havia concebido, foi sua senhora por ela desprezada” (v. 4). Ismael deveria ser abençoado, ser frutífero, multiplicar-se, não apenas de maneira normal, mas “extraordinariamente”. Ele seria pai de 12 príncipes e não se tornaria apenas uma nação, mas “uma grande nação”. O cumprimento dessa profecia encontra-se em Gênesis 25. Lemos na genealogia de Ismael que dele realmente descenderam 12 príncipes e de Ismael descenderam os islâmicos. Entretanto, os descendentes de Ismael tornaram-se inimigos ferrenhos de Israel, descendentes de Isaque (veja Salmo 83). E permanecem assim até o dia de hoje.

Sara acabou morrendo aos 127 anos e Abraão desposou-se de outra mulher; que chamava-se Quetura. Ela lhe deu à luz a Zinrã, Jocsã, Medã, Midiã, Isbaque e Suá. Todos estes foram filhos de Quetura. Abraão deu tudo o que possuía a Isaque. Porém, aos filhos das concubinas que tinha, deu ele presentes e, ainda em vida, os separou de seu filho Isaque, enviando-os para a terra oriental” (vv. 1-6). Abraão, já em idade avançada, criou outra família!

Pesquisando sobre a genealogia dessa família, descobrimos que os filhos de Abraão com Quetura também se tornaram inimigos ferrenhos de Israel. Portanto, vemos claramente que os árabes em geral, que reivindicam ter Abraão como pai, certamente pertencem à mesma família e estão ligados a Israel.

Nesse contexto, é extremamente interessante observar o que mostrou uma pesquisa recente:

Estudo de DNA comprova que judeus e árabes são parentes próximos, como diz a Bíblia

(…) Com uma nova técnica baseada no estudo da descendência masculina, biólogos concluíram que as várias populações judaicas não apenas são parentes próximas umas das outras, mas também de palestinos, libaneses e sírios. A descoberta significa que todos são originários de uma mesma comunidade ancestral, que viveu no Oriente Médio há 4000 anos. Em termos genéticos significa parentesco bem próximo, maior que o existente entre os judeus e a maioria das outras populações. Quatro milênios representam apenas 200 gerações, tempo muito curto para mudanças genéticas significativas. Impressiona como o resultado da pesquisa é coerente com a versão expressa da Bíblia de que os árabes e judeus descendem de um ancestral comum, o patriarca Abraão.

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Publicado por em junho 18, 2009 em Israel

 

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