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>De quem é a terra de Israel?

15 jul

>Israel tornou-se uma nação em 1312 a.e.C, há 3.315 anos atrás – e dois mil anos antes do aparecimento do Islã! 726 anos mais tarde, em 586 a.e.C estes antigos judeus na Terra de Israel [Judéia] sofreram uma invasão e o Primeiro Templo de Israel (no Monte de Templo da Velha Cidade de Jerusalém) foi destruído por Nebuchadnezzar (pronúncia hebraica de Nabucodonosor), rei da antiga Babilônia. Muitos dos judeus foram mortos ou expulsos; entretanto, muitos outros tiveram permissão para permanecer. Estes judeus, junto com sua prole e outros judeus que voltaram a se estabelecer ali nos 500 anos seguintes, reconstruíram a Nação de Israel e também um Segundo Templo em Jerusalém, no Monte de Templo. Assim, as falácias propagadas de que judeus não têm direito histórico a terra, e apareceram de repente, há pouco mais de cinqüenta anos reivindicando a posse depois do Holocausto, e puseram fora os árabes é um absurdo!

Em 70 e.C (quase 2000 anos atrás), foi o império romano que marchou sobre a antiga Israel e destruiu o Segundo Templo judeu, enquanto massacrava ou exilava boa parte de sua população judia. Muitos judeus partiram por sua própria conta porque as condições de vida se tornaram insuportáveis em muitos aspectos… ainda que milhares e milhares tenham ficado e foram se rebelando durante os séculos seguintes com a intenção de reconstruir mais uma vez a Nação judaica naquela Terra Santa.

Por 3.250 anos, vários povos, religiões e impérios predominaram em Jerusalém, a antiga capital de Israel. A região foi sucessivamente governada por hebreus [os judeus], assírios, babilônios, persas, gregos, macabeus, romanos, bizantinos, árabes, egípcios, cruzados, mamelucos, turcos (que invariavelmente governaram o território de forma retrógrada, negligenciado o território desde o século 16 até que os britânicos os tivessem compelido para fora durante Primeira Guerra Mundial) e então uma vez mais pelos judeus a partir de 1948. Ninguém se incomodou, nem esteve ao menos inclinado a construir uma nação para si próprio esse tempo todo… exceto os judeus!

Deve-se notar que em 636 e.C quando os saqueadores árabes chegaram a terra e dali até mesmo arrancaram mais de seus judeus, eles também não formaram nenhuma nação árabe lá… e certamente nenhuma “nação palestina”. Eles simplesmente “eram os árabes” que, como fizeram outros antes deles, passaram por uma área geopolítica chamada “Palestina”! E devemos lembrar deste fato… não foram os judeus que “usurparam” (palavra favorita dos propagandistas árabes) a terra dos árabes. Se houve isso, foram os árabes em 636 e.C que invadiram e tomaram a terra dos judeus!

Conclusão: Nenhum reino ou país, a exceção da antiga nação de Israel e depois de 1948 com o renascimento da 2ª nação de Israel, alguma vez existiu como entidade nacional soberana nessa terra. Um reino genuinamente judeu estendeu-se por sobre esta área toda antes que os árabes – e o seu Islã – surgissem! O Povo Judeu tem uma das Certidões de Nascimento mais legítimas que qualquer outra nação no mundo. Toda vez que há uma escavação arqueológica em Israel, isso faz nada mais que apoiar o fato de que o Povo Judeu teve lá uma presença por bem mais de 3.000 anos. As moedas, a cerâmica, as cidades, os textos antigos… tudo reforça esta afirmativa. Sim, outros povos passaram, mas não há nenhuma dúvida do fato de que os judeus sempre tiveram uma presença ininterrupta naquela terra durante mais de 3.000 anos. Este precedente não impede qualquer reivindicação que outros povos da região possam ter. Os antigos filisteus estão extintos. Muitos outros antigos povos estão extintos. Eles não têm a linha contínua até a data atual que os judeus têm. E se você quer falar de religião, bem, D-us deu a Terra de Israel ao Povo Judeu. E D-us não fez nada por acidente!

O termo “Palestina” veio do nome que os conquistadores do império romano deram a antiga Terra de Israel numa tentativa de apagar e deslegitimar a presença judia na Terra Santa. E o nome “Palestina” foi inventado no ano 135 e.C. Antes disso era conhecida como Judéia, que foi o reino meridional da antiga Israel. O procurador romano responsável pelos territórios da Judéia-Israel ficou tão furioso com os judeus por se revoltarem que perguntou aos seus historiadores quais foram os piores inimigos dos judeus em toda sua história. Eles disseram: “os filisteus”. Assim, o procurador declarou que aquela Terra de Israel daí em diante passava a ser chamada “Philistia” [mais tarde corrompeu-se para “Palaistina”] só para desonrar os judeus e apagar sua história. Daí o nome “Palestina”.

Uma coisa a mais. Com freqüência ouvimos os revisionistas e os propagandistas encontrando ligações históricas entre os antigos “filisteus” e os “árabes palestinos”. Não há nenhuma verdade sobre isso! Os filisteus foram um dos vários povos marítimos que alcançaram a região mediterrânea oriental aproximadamente em 1.250-1.100 a.e.C. Eles eram de fato uma amálgama de vários grupos étnicos, principalmente de egeus e de origem do sudeste europeu [a Grécia, Creta e Turquia Ocidental]… mas seguramente não são de origem árabe! Esses filisteus não eram árabes… e nenhum destes foi Golias! Os árabes da “Palestina” só são… árabes! E estes árabes da “Palestina” têm tantas raízes históricas com os antigos filisteus como Yasser Arafat tem com os esquimós!

Os antigos habitantes nativos da Palestina há muito tempo extinguiram-se da face da terra. Cananeus, fenícios, e depois os filisteus, todos foram dominados pelos israelitas antes de 1.060 a.e.C. A maioria dessas identidades culturais foram completamente dissolvidas pela era neo-babilônica, ou, no século 6º a.e.C. Os árabes não estavam na Palestina até meados do 7º século e.C., mais de mil anos depois, após 1.300 anos de história judaica na Palestina. Árabes que viveram mais tarde na Palestina nunca se desenvolveram, nem a terra, permanecendo nômades e em estado quase primitivo.

Mesmo que a palavra “Palestina” não tenha nenhum significado em árabe – toda palavra em árabe tem algum significado que deriva do Alcorão, mas a palavra “Palestina” não tem. Se existe algo. A palavra “Palestina” sempre foi associada com os judeus. Nos anos que conduziram ao renascimento de Israel em 1948, os que falavam de “palestinos” estavam se referindo quase sempre aos residentes judeus da região. Por exemplo, o “Palestine Post” era um jornal diário judeu. A “Brigada da Palestina [Regimento]” era exclusivamente composta de voluntários judeus no Exército britânico. Na realidade, os líderes árabes rejeitavam a noção da identidade de um “árabe palestino”, insistindo que a Palestina era somente uma parte da “Grande Síria”.

O retorno a Sion
Um retorno através do tempo e do espaço à terra natal ancestral
A Terra de Israel nunca ficou desprovida dos judeus, ainda que algumas vezes entre eles se contavam somente dezenas de milhares. Assim foi porque a terra era virtualmente inabitável quando os judeus uma vez mais retornaram ao seu direito à dádiva divina e se impuseram em retornar em massa para a terra de seus antepassados (o Movimento Sionista) nos anos 1880. A retórica boba sobre uma presença árabe massiva sendo assaltada por “invasores judeus” é rapidamente dissipada por Mark Twain, que visitou a área em 1867. De seu livro, “The Innocents Abroad” (“Os estrangeiros inocentes”)… Uma nação desolada cujo solo é rico o suficiente, mas terminou completamente determinada por ervas daninhas… uma expansão triste. E silenciosa… uma desolação….nós nunca vimos um ser humano em toda a rota… quase não há árvores ou arbustos em nenhum lugar. Até mesmo a oliveira e o cacto, esses amigos constantes de uma terra inóspita, tinham quase abandonado o país”.

Os judeus não deslocaram ninguém porque muito pouca gente que lá estava de fato possuía terras. A maioria era de proprietários ausentes que residiam em outros lugares. Outro fato quase não mencionado pelos “novos historiadores” é que os judeus que chegavam nunca desalojaram ninguém de qualquer terra. Toda a terra foi comprada legalmente dos donos originais… tanto os “da própria Palestina” ou os de outro lugar. Além disso, bom dinheiro foi pago por essa terra que, em muitos casos, estava despovoado e dificilmente se poderia chamar de terra os pântanos e terrenos rochosos. Só aproximadamente 120 mil árabes vivam então na área agora compreendida entre o Estado de Israel, Jordânia e a “denominada” Margem Ocidental [Judéia e Samária]. Por volta de 1890, o número de judeus que tinham se instalado na Palestina alcançou 50.000 e, em 1907, atingiu 100 mil. Em Jerusalém só os judeus somavam mais que 25.000, sobre uma população total na cidade de 40.000 judeus, cristãos e árabes. Os árabes, porém, constituíam maioria na área rural escassamente povoada das imediações de Jerusalém.

Os primeiros judeus sionistas da Palestina eram pioneiros idealistas que chegaram ao pré-estado de Israel com toda boa intenção de viver em paz ao lado dos seus vizinhos árabes e de melhorar a qualidade de vida dos habitantes da terra. Esses sionistas precursores (e depois os israelenses) tinham tentado o desenvolvimento pacifico para o mútuo benefício de judeus e árabes na terra. Mas desde o início a liderança árabe sempre insistia no caminho de que a única solução era os judeus caírem fora, mesmo que isso significasse a continuidade da pobreza e da estagnação do lugar. Quando as exigências árabes não eram acatadas, eles sempre recorriam à violência.

A grande maioria dos árabes foi para área da Palestina depois que esses primeiros pioneiros sionistas começaram a drenar os pântanos infestados de malária e reconstruíram a terra! Assim procedendo, esses judeus criaram oportunidades econômicas e disponibilidades médicas que atraíram os árabes dos territórios circunvizinhos e até de terras mais distantes! Na realidade, mais de 90% dos árabes migraram para lá nos últimos cem anos. A maioria dos árabes da Palestina era de intrusos e colonizadores que vinham da Síria, Jordânia, Egito, Iraque e outras áreas e simplesmente tomaram posse de pedaços de terra. Tanto que são infundadas suas reivindicações que estão lá desde “tempos imemoriais”! Estes árabes vieram de tribos desorganizadas, com uma tradição de constantemente aterrorizar um ao outro para tentar tomar a terra dos seus vizinhos. Muitos deles eram marginalizados sociais e criminosos que não encontravam trabalho em seus próprios países e por isso procuravam por sua melhor sorte em qualquer lugar. Infelizmente, esses imigrantes árabes importaram para a Terra Santa sua cultura da Idade Antiga de aterrorizar os vizinhos para tomar-lhes a terra. Na realidade, os atuais “árabes palestinos” foram descobertos por Arafat e sua OLP – agora “esterilizada” para AP, ou Autoridade Palestina.

Enquanto os judeus de retorno chegavam altamente motivados para reconstruir a terra, os árabes fervilhavam em inveja e ódio, pois lhes faltava uma liderança a inspirá-los e motivá-los porque eram, na verdade, estranhos históricos nessa terra! Ao contrário dos judeus, esses árabes que imigraram para lá não tinham nenhuma ligação afetiva ou recordações históricas com aquele lugar… essa antiga terra dos judeus!

O problema real que está diante desses árabes hoje não é a falta de uma pátria. A causa-raiz histórica do problema e frustração deles é o fato que os países dos quais vieram não concordaram em os aceitar de volta. Este é o motivo por que tantos deles vivem, até hoje, em acampamentos de refugiados, em países árabes vizinhos, sem direitos civis fundamentais necessários.

Conclusão: Não há nenhuma Palestina árabe histórica produzida pelos árabes logo após 1948, e especialmente depois da guerra árabe-israelense de junho de 1967! Numa entrevista ao jornal holandês Trau (31 de março de 1977), Zahir Muhsein, membro do comitê executivo da OLP disse: “O povo palestino não existe. A criação de um Estado palestino é só um dos meios para continuar a nossa luta contra o Estado de Israel e pela nossa unidade árabe. Hoje, na realidade, não há nenhuma diferença entre jordanianos, palestinos, sírios ou libaneses. Só por razões políticas e táticas é que nós falamos hoje da existência de um povo palestino, uma vez que o interesse nacional árabe exige que coloquemos a existência de um povo palestino em oposição ao Sionismo.

Também tem havido uma “guerra conceitual” pela posse do termo “palestino” que foi transferido para o que era considerando árabe antes de 1967. A “Palestina” sempre foi sinônima de Eretz Israel e a Terra de Israel.
Sítios arqueológicos nos dias atuais continuam rendendo artefatos com escrita hebraica, mas não algum texto fictício palestino ou árabe! Os assim chamados “árabes palestinos” eram simplesmente então, como são agora, árabes, sem nenhuma diferença cultural, histórica ou étnica de outros árabes que vivem em quaisquer dos 24 países árabes dos quais eles emigraram. A sugestão de que os “palestinos” sejam algum subgrupo de árabes com sua própria e única identidade é pura ficção! Grande propaganda… , mas ainda pura ficção! E sem ter árabes fazendo a lavagem cerebral geração após geração para acreditar nessa balela histórica sobre algumas velhas ligações “árabes palestinas” com a Terra Santa, a maioria poderia ter tido uma vida melhor que a que têm agora, com muito menos matança e sofrimento para a preocupação de todo o mundo.

Quando usamos a linguagem deles (i.e. “Margem Ocidental” em vez de Judéia e Samária, “Territórios Ocupados” em vez de Terras Liberadas, “palestino” em vez de árabe, “Haram esh Sharif” em vez de Monte do Templo etc.), estamos permitindo que eles definam os assuntos, criem ou torçam a história e controlem o debate.
Ganância, orgulho, inveja!

Os árabes e/ou muçulmanos de hoje controlam 24 nações… 99½ por cento do total da massa de terras do Oriente Médio, enquanto Israel ocupa só ½ de um de por cento neste mesmo mapa. Mas isso ainda é muita terra para os árabes desperdiçarem. Eles querem tudo. Com que freqüência ouvimos o seu grito familiar: “nós lutaremos até a nossa última gota de sangue pelo último grão de areia!” E é essa no final das contas a razão pela luta atual. E não importa quantas concessões de terra os israelenses façam para poder trazer paz, nunca será bastante! Qualquer tratado de paz entre Israel e o mundo árabe se revelou maléfico. O de 1993, “O Acordo de Paz de Oslo” trouxe nada mais que homens-bomba suicidas a Israel. Até mesmo os tratados de paz com o Egito e a Jordânia são mantidos por um tênue fio e, se você ler o que publicam os jornais controlados pelos seus governos, pensará que ainda estão em guerra com Israel!
A difícil paz é possível?

Desde o momento em que os judeus restabeleceram sua soberania na antiga pátria, eles procuravam uma paz genuína com todos os seus vizinhos. Infelizmente, seus vizinhos não demonstraram querer compartilhar com eles de uma existência pacífica. Eles, como Bin Ladin hoje, sentiram que têm uma necessidade fervorosa de destruir o Estado judeu não-árabe e muçulmano (e, por extensão, todos os governos não-árabes e muçulmanos do mundo). A campanha árabe contra Israel não está baseada em qualquer reclamação negociável, mas numa oposição fundamental à existência da soberania judaica na qual eles só percebem o Oriente Médio como sendo deles! A última intenção dos árabes é diferenciar uma história judaica na Palestina… e então eliminar Israel da face da Terra.
Quando a Organização da Liberação da Palestina (OLP) foi formada em 1964, sua meta principal era a destruição de Israel. Depois da guerra árabe-israelense de 1967, seu objetivo se subdividiu em dois: Um deles (1), destruir Israel completamente (a mesma meta de antes de 1967); e (2) a criação de um estado árabe-palestino para ser usado como plataforma da destruição de Israel. Estratégias diferentes para um mesmo objetivo: Não um estado ao lado de Israel, mas no lugar de Israel. É realmente simples!

Durante mais de 3.300 anos de história, Jerusalém foi capital só para o povo judeu. Os judeus sempre viveram em Jerusalém, exceto quando foram massacrados ou expulsos. Sempre houve, porém, uma presença judaica ininterrupta em Jerusalém durante os últimos 1.600 anos. E desde o início dos anos 1800 a população de Jerusalém foi predominantemente judaica. Até mesmo quando os jordanianos capturaram Jerusalém e a ocuparam de 1948-67, eles (os jordanianos) nunca procuraram mudar para lá sua capital (em substituição a Amã) nem fizeram dela a capital de todo o povo “árabe-palestino”. Mesmo durante os 19 anos da ocupação jordaniana da maior parte de Jerusalém, os líderes de outros países árabes quase nunca se incomodaram em visitar a cidade! Dos dois povos, só para os judeus Jerusalém tem tido um significado especial! A realidade é que Jerusalém nunca foi uma capital árabe e seu interesse nela só ocorreu depois que os judeus a revitalizaram. Era uma cidade provinciana e empoeirada que quase não tinha funções econômicas, sociais ou políticas.

Outro mito em relação à Jerusalém e seu Monte do Templo. O mito é aquele que Jerusalém é realmente uma cidade árabe e que é um foco central do Islã. A verdade é que os árabes expressavam interesse muito limitado no Monte do Templo antes de 1967, ano da Guerra dos Seis Dias. Meca e Medina (ambas na Arábia Saudita) são as cidades mais santas do Islã!

O Alcorão sagrado do Islã menciona Meca duas ou três vezes (de forma implícita, mas não de fato escrita). Menciona Medina cinco vezes. Nunca menciona Jerusalém e com razão boa. Não há evidência histórica para sugerir que Maomé tenha visitado Jerusalém! E se ele visitou Jerusalém, isso não poderia ter sido seis anos após a sua morte. Então, a noção de que Maomé ascendeu aos céus de uma pedra em Jerusalém (o atual Domo da Rocha) é controvertida!
Uma coisa a mais sobre Jerusalém em geral e seu Monte do Templo em particular. Jerusalém aparece na Bíblia judaica 669 vezes e Sion (que normalmente significa Jerusalém, às vezes a Terra de Israel) 154 vezes, ou 823 vezes no total. A Bíblia cristã menciona Jerusalém 154 vezes e Sion 7 vezes. No total, no Velho Testamento (a Bíblia hebraica) e no Novo Testamento, os termos “Judá” ou “Judéia” aparecem 877 vezes e “Samária” é citada em 123 ocasiões.

Mas num olhar mais acurado do Alcorão, descobre-se algo totalmente impressionante. Os muçulmanos citam mais vezes os judeus que eles próprios! Veja isto… o Alcorão menciona “Israel” [ou “Israelitas”] 47 vezes, “judeu” ou “judias” 26 vezes! Até mesmo “cristão” ou “os cristãos” ganham 15 menções!

Muito bem, então talvez Maomé tenha esquecido de mencionar “Jerusalém”. Talvez ele também tenha se esquecido de mencionar o Haram-esh-Sharif, o nome árabe para o Monte de Templo judaico. Talvez tenha sido uma omissão honesta. A “Palestina” é mencionada no Alcorão. Certo? Errado. “Palestina” e “palestino” em nenhuma parte serão encontrados. Então por que esses assim denominados “árabe palestinos” teriam raízes históricas antigas que de todo o modo remetem para junho de 1967? Têm por isso os árabes, muçulmanos ou “palestinos” antigas ligações religiosas ou físicas com um único torrão de relva nos denominados “territórios ocupados”?

De 1948 a 1967 quando Jerusalém Oriental e o Monte do Templo estavam “ocupados” por forças jordanianas após a Guerra árabe-israelense de 1948-9, a própria Jerusalém foi ignorada pelo mundo árabe. Nenhum líder árabe lhe fez uma visita, nem mesmo para rezar na Mesquita Al-Aqsa ou no Domo da Rocha (ambos situados no Monte de Templo judeu). Também é digno de atenção que durante este período de 19 anos de ocupação jordaniana judeus não eram permitidos lá… não que houvesse muita coisa para eles verem, vez que os árabes destruíram 58 das sinagogas judaicas de Jerusalém! Os árabes da Palestina colocavam uma prioridade tão baixa em Jerusalém que mesmo a carta de fundação da OLP, em 1964, na Convenção Nacional Palestina, não fez nenhuma referência a tudo isto. Só quando os judeus recapturaram a cidade depois da Guerra dos Seis Dias de 1967 (iniciada pelos árabes) é que, de repente, no mundo árabe cresceu muito a paixão por Jerusalém!

Pode algum muçulmano no mundo produzir qualquer evidência crível da ligação deles com este local santo, diferente do sonho de Maomé? Acredite ou não, a única fonte para a reivindicação dos muçulmanos por Jerusalém e o local do Templo Sagrado, é uma menção no Alcorão de um sonho que Maomé teve sobre um desconhecido “lugar muito distante”. Mas este “lugar muito distante” não é mencionado como sendo Jerusalém. Poderia ser Jerusalém, mas também poderia ser um outro local qualquer…

Em verdade, as mesquitas do Domo da Rocha e Al-Aqsa são só duas das centenas de milhares de mesquitas muçulmanas ao redor do mundo. Exceto por estas duas mesquitas secundárias, a própria Jerusalém não tem nenhum significado especial aos islâmicos, que têm outras cidades sagradas (Meca e Medina). Na realidade há mais santuários cristãos em Jerusalém que muçulmanos. Mas Jerusalém é a mais importante e única cidade santa para os judeus.

Quando um judeu ora em qualquer lugar do mundo, ele se vira em direção ao Monte de Templo em Jerusalém. Quando um muçulmano reza, mesmo quando está em Jerusalém, vira-se para Meca, na Arábia Saudita. Precisa-se de mais evidências?

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Publicado por em julho 15, 2009 em Israel

 

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