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Sem culpa ou arrependimento

05 jun

Os matadores da familia Fogel

Terroristas responsáveis pelo bárbaro assassinato de uma família que dormia tranquilamente na sua casa no aldeamento de Itamar, na noite de 11 de Março passado, não só não mostraram quaisquer sinais de remorso ou arrependimento, como afirmaram que se soubessem da existência de outras 2 crianças na casa, também as teriam matado. Os monstros assassinaram duas crianças, logo depois os pais das mesmas, e, ao ouvirem o choro de um bébé, voltaram atrás para liquidar também a vida deste inocente. Duas outras crianças da família Fogel dormiam também na casa, não tendo sido vistas pelos criminosos, pelo que escaparam ao massacre que abalou todo o Israel e muita gente decente pelo mundo fora.
Os dois terroristas viviam a 2 kms. da localidade de Itamar, e saíram de suas casas armados de facas, máscaras e um cortador de arame. Após investigações feitas pelo Shin Bet, os assassinos confessaram a cronologia dos crimes:
Os assassinos tinham planejado a ação dias antes, e andaram a tentar comprar armas de fogo ao representante da Frente Popular da Libertação da Palestina. Sem sucesso. Mas a falta de armas de fogo não dissuadiu os dois bandidos de prosseguirem com o seu hediondo plano de matar judeus. Depois de saírem das suas casas, os dois amigos decidiram não cortar a vedação de arame, pois verificaram que era eletrificada, pelo que conseguiram transpô-la num local mais elevado. Conseguiram então chegar a uma fila de casas no aldeamento de Itamar. Como a primeira em que entraram estava vazia, passaram para a próxima, a da família Fogel, levando uma espingarda M-16 e munições que encontraram na primeira casa.
Logo que os assassinos entraram na casa dos Fogel, espetaram as suas facas nas duas crianças que ali dormiam, uma de 4 e outra de 11 anos, matando-as imediatamente. Entraram de seguida no quarto dos pais, iniciando um ataque aos mesmos à facada, sendo que os dois inocentes ainda tentaram defender-se, mas logo um dos assassinos pegou na M-16 e desfez a vida de Ruth Fogel. O seu marido, Ehud, sucumbiu imediatamente, não resistindo às facadas recebidas.
Os dois terroristas deixaram então a casa, mas foi então que ouviram o choro do bébé de 3 meses, Hadas Fogel. O inocente tinha acordado com o barulho da luta entre os bandidos e os pais. Os dois voltaram então atrás e “completaram o trabalho”, esfaqueando o bébé até à morte.
Duas outras crianças dormiam na casa, não se apercebendo os terroristas da presença delas. Se tal acontecesse, segundo as palavras de Amjad, um dos criminosos sujeitos a interrogatório, teriam sido mortas da mesma forma.
Os dois amigos do crime regressaram então à sua aldeia e relataram ao tio de um deles o que tinham feito, pelo que o “sábio” terrorista, membro das FPLP, logo escondeu as armas e aconselhou-os a queimarem as roupas cobertas de sangue.
Os dois homens voltaram então à sua “vida normal”. Está comprovado que os dois criminosos recebram muito apoio de amigos e familiares. Seis deles continuam detidos pelas forças de Israel.
Inconformados com a morte de 5 membros da família, os avós das vítimas do ódio, sentem-se pelo menos “aliviados” com a prisão dos 2 responsáveis pelo massacre, mas confessam que, apesar de os mesmos provavelmente virem a receber pena de prisão perpétua, serão vistos pelos palestinianos como heróis, até mesmo na prisão, enquanto os familiares das vítimas carregarão a dor e a saudade para o resto da vida.

 
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Publicado por em junho 5, 2011 em Uncategorized

 

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