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Dia de Indio

26 set

por Herman Glanz – Todo Dia Era Dia de Índio. Todo Dia Era Dia de Israel e Será.

Foi Baby do Brasil, antes Baby Consuelo e Jorge Ben Jor, antes só Jorge Ben, que celebrizaram a canção “Todo dia era dia de índio”:

“Antes que os homens aqui pisassem,
Nas ricas e férteis terraes brazilis,
Que eram povoadas e amadas por milhões de índios,
Reais donos felizes
Da terra do pau-brasil,
Pois todo dia era dia de índio.”

Lembramos da canção a propósito dos prós e contras da discussão na ONU (Organização das Nações Unidas) sobre o Estado Palestino árabe, totalmente livre de judeus, onde os Direitos Humanos só são aplicados para um lado. Aqui no Brasil, defendemos os direitos dos índios e do país. Lá, também, dever-se-ia falar de um Estado Palestino e de um Estado Judeu, este conforme já reconhecido pela mesma ONU, e que fica esquecido, querendo-se, agora, anula-lo e destruí-lo. É lamentável que a ONU não reaja contra essa demonstração que fere a Carta das Nações Unidas. E isto é esquecido ou omitido deliberadamente. Tudo para mentir e chamar Israel de ocupante de terras alheias.

Vejamos: o Brasil é um país primordialmente cristão, o povo é devoto de Jesus Cristo, que viveu e andou pelas terras do Reino da Judéia, condenado à morte pelos romanos, os ocupantes imperialistas de então, e morreu na Cruz onde havia a inscrição INRI, de Jesus Nazareno, Rei dos Judeus. Jesus Cristo pregou nas terras da Judéia, no rio Jordão, no Mar da Galiléia e na Eterna Jerusalém, que já conta mais de 3000 anos, erguida pelos judeus. Jesus Cristo, judeu, e seus doze Apóstolos, todos judeus, viveram num reino dos Judeus, ocupado pelos imperialistas romanos, que passaram a chamar esse Reino de Palestina, depois das revoltas do ano 70, quando os judeus conseguiram restabelecer sua independência por um breve tempo, assim como, no ano 135, também conseguiram restabelecer sua independência por breve período, mas logo esmagados pela potência dominante romana. Houve sempre revoltas judaicas visando restabelecer sua nação.

Mas antes que os ocupantes imperialistas pisassem
Nas históricas terras da Judéia, que é o Israel de hoje,
Elas eram povoadas e amadas por milhões de judeus,
Irmãos de Jesus Cristo, reais donos felizes do Reino da Judéia,
Pois todo dia era dia de judeus.

Depois vieram os ocupantes muçulmanos, no Século VII, depois as Cruzadas para libertar do islã as terras queridas e amadas pelos cristãos, mas o islã se impôs, ocupando seguidamente o Reino da Judéia, ou pelo nome dos romanos, Palestina, até a Primeira Guerra, quando se esfacelou o Império Turco muçulmano. E foi nessa ocasião que voltou a ser reconhecido pelas Nações o restabelecimento do país dos judeus, somente concretizado depois da Segunda Guerra. Até recentemente, nunca houve no lugar um Estado Palestino que não fosse terra dos judeus. Nem um povo palestino que não fosse o povo judeu. Os estrangeiros vindos com os exércitos invasores é que são os ocupantes, e ocupantes por séculos.
Os judeus não são um corpo estranho no lugar. Não são ocupantes. Pelo contrário.

Antes que os homens árabes pisassem
Nas terras israelís,
os judeus já eram os reais felizes donos
da Terra de Israel, a Terra Santa, de onde
legaram ao mundo o monoteísmo e as religiões
monoteístas, e a cultura liberal do Ocidente.

Em conseqüência das guerras que os vizinhos desfecharam ao renascido Estado de Israel, antes Reino, tentando destruí-lo, o local foi, vez mais, sendo ocupado pelos estrangeiros que chegavam. Oitenta porcento do território de Israel foi tomado para criar, artificialmente, a Jordânia, pelos imperialistas britânicos. E essa Jordânia tomou a Margem Ocidental e Jerusalém velha, na guerra que desfechou, em 1948, ao recém renascido Israel. Lá nunca existiu antes um povo palestino árabe, e um Estado. A Carta da OLP, de 1964, só se propunha a acabar com Israel, e escreve que não tem nenhuma reivindicação quanto a essa Margem Ocidental e Jerusalém. O que se queria e ainda se quer, é acabar com o Estado de Israel, porque não é aceito um Estado não-islâmico entre Estados islâmicos. E não havia palestinos. Não existem fronteiras de 1967, mas linhas de armistício de 1949, quando foi estancada a guerra desfechada pelos países árabes vizinhos ao Estado de Israel. Não reconhecer o Estado Judeu é uma forma de tentar acabar com ele, desejando retomar, aos poucos, o pouco que existe do território, antes bem maior, que foi sendo subtraído e continua sendo tentado subtrair. Daí toda a discussão.

Hoje, depois de mais de meio século, forjou-se recentemente um povo palestino e, para dar lugar a um novo Estado é preciso definir fronteiras por acordo mútuo. Um Estado Palestino contínuo significa dividir Israel. Um Estado de Israel como é hoje, significa um Estado Palestino dividido. Mas é preciso vivência de paz, sem o contínuo terror contra Israel desfechado por palestinos e sem um apartheid palestino quando se quer um Estado Palestino livre de judeus, judenrein. Será que isso será alcançado? O importante é se firmar uma paz: nada de ataques contra Israel e assim se chegará a dois Estados, lado a lado.

 
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Publicado por em setembro 26, 2011 em Israel

 

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