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Arquivo da categoria: Israel

Assuntos gerais sobre Israel

A última defesa do ocidente

Sera’ mesmo que Israel e’ a causa da instabilidade no Oriente Medio? Sera’ que Israel não vale os 3 U$ bilhões Americanos investidos anualmente em prol de sua segurança? Sera’ que Israel e’ o causador deste Inverno Arabe que ameaca engolfar o Mundo num Maelstrom de sangue?
Ou sera’ que Israel e’ o primeiro e ultimo bastião de defesa do Mundo Ocidental contra a Avalanche Islamica prestes a engolfa-lo?
Eis aqui alguns fatos que voce nao encontrara’ na midia e eu tenho a satisfação em lhe apresentar:
Imagine uma linha imaginaria divisoria entre o Ocidente e o Oriente traçada ao sul da Grecia. A Grecia possui um montante de 11 milhoes de cristãos e ao Oeste desta linha vivem 370 milhões de muçulmanos. Este numero não inclui os 180 milhões do Paquistão, os 75 milhões da Nigeria, os 205 milhões da Indonesia e os 180 milhões da India. O minusculo Estado de Israel e’ o unico baluarte entre o Mundo Ocidental e estes 370.000.000 de muçulmanos os quais controlam mais do que 65% das reservas mundiais de petroleo, excetuando, e’ claro, a Ilha de Chipre(1 milhao de cristãos), desprovida de um exercito e não pertinente a OTAN( como se isso fizesse diferença…)
Todos aqueles que pregam desde 1967 que Israel e’ o foco da instabilidade do Oriente Medio são aqueles mesmos que o fizeram a partir de 1948, ano da criação do Estado Judeu. Este velho mantra não passa daquela manjada mensagem em codigo cujo significado e’ nada mais nada menos do que a INEXISTENCIA DE ISRAEL. E’ mister enfatizar que esta cambada não refere-se simplesmente a ISRAEL SEM OS TERRITORIOS DA JUDEIA E DA SAMARIA e sim do MUNDO SEM ISRAEL!
Agora que voce conhece oa fatos ai’ vai um pequenino exercicio intelectual para voce degustar e compartilhar ate’ mesmo com aqueles cujo esporte favorito e’ detratar\difamar\boicotar\denegrir o Estado Judeu:
Façamos de conta que Israel não existe mais na balança estrategica do Oriente Medio(gostou, hein, soine Isruel?). Isto se voce considera uns miseros 11 milhões de gregos e 380 milhões de muçulmanos dois pesos equivalentes na mesma balança…
Para comeco de conversa e’ mister conscientizar-nos que este milhãozinho de cipriotas não possui o poderio militar aereo e naval de Israel e por tabela e’ incapaz de defender os bilhões de metros cubicos de gas natural localizados na Bacia do Levante(entre Chipre e Israel), ressaltando que toda esta riqueza natural serve como garantia pelo emprestimo que o Banco de Chipre recebeu dos bancos da Uniao Europeia e segura a barra de sua economiazinha. Desnecessario mencionar que a ineptidão cipriota em salvaguardar este tesouro tiopatinhesco imerso em suas aguas territoriais poe todo este emprestimo europeu em xeque e com um one way ticket para a cucuia ou para o brejo, as you wish.
A Turquia com seus 74 milhões de sunitas comandados por Erdogan, o Magnifico, JA’ ocupa o norte do Chipre e o Egito com seus 83 milhões de carentes necessita desta muamba gasosa como do ar que respira. A Turquia e o Egito possuem um exercito cujo efetivo conjunto EXCEDE a total população de Chipre! In no time a Turquia de Erdogan e o Egito de A-Sissi devorariam a ilhota pitoresca, dispensando ate’ mesmo daquele arroto , parte daquela tradição milenar oriental, que encerra aquelas suas opiparas refeições.
A fila anda e o proximo cliente seria a Grecia e os seus miseros 11 milhões de habitantes. O Iran ainda não acertou as contas com a Grecia desde que Alexandre , o Grande derrotou-os na Batalha de Gaugamela(331 AC)e eis que surge tremenda oportunidade de desforra apos estes 2445 anos de paciente espera!
A Grecia faz parte da OTAN e sem Israel o seu flanco sul ficaria vulneravel, indefensavel e escancarado ante esta gulosa freguesia islamica. Neste caso o congresso Americano seria obrigado a extrair anualmente de seus cofres a fantastica verba de U$ 70\100 BILHõeS destinada a salvaguarda da Grecia contra um iminente ataque maometano.
Esta arenga fica reduzida a 3 claras e cristalinas opções:
1) 8 milhoes de engenhosos israelenses lidando com 1 milhão e meio de palestinazistas na Cisjordania, recebendo dos EUA a ninharia anual de U$ 3 Bilhões destinada a sua defesa.
2) 370 milhões de muculmanos sedentos de sangue liderados por um Iran Atomico assediando as muralhas da Grecia\Ocidente.
3) Um sem numero de soldados Americanos combatendo e morrendo diariamente na defesa da Grecia. Ai que saudades que eu tenho do Vietnam!
Tudo isto sem mencionarmos a Russia com seus 142 milhoes de cristãos. Com Israel inexistente, la por voltas de 2020 os comandados de Putin ficariam com sua fronteira sul exposta a sanha daquele mesmo Iran Nuclear que tão bem souberam armar nos idos de 2015!
A realidade nua e crua mostra que Israel PROTEGE toda a Otan, EUA e o Mundo Ocidental de um colosso persa capaz de aniquila-lo antes da Primeira Prece Matutina. Israel E’ a primeira e a ultima linha de defesa do Mundo Civilizado contra o Espectro Atomico Islamico. Se o Califado Islamico tomar posse do Planeta(ja’ tomou conta da Europa) voce vai encontrar-se muito em breve e no melhor dos casos recitando 5 vezes ao dia aquele sonoro “Bismillah Il Rachman Il Rachim”. No pior dos casos vai ser contemplado com um passaporte de capa negra com o emblema do ISIS, onde a fotografia do cliente e’ clicada sem a sua cabeça…
Agora que sabe, voce pode e DEVE sair porai’ espalhando\divulgando\proclamando que Israel nao e’ a causa da instabilidade mundial . Muito pelo contrario: Israel e’ a pedra angular da Paz e da Segurança Mundiais, um exemplo de Democracia e Liberdade entre as nações.

 
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Publicado por em fevereiro 13, 2015 em Israel

 

Globo Reporter em Israel

 
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Publicado por em março 9, 2014 em Israel

 

Quer estudar em Israel?

Programa Naale oferece Ensino Médio gratuito em Israel para jovens judeus brasileiros de 14 a 16 anos de idade

26 Fev 2014 | 11:08

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O programa educacional Naale proporciona aos jovens judeus brasileiros de 14 a 16 anos acesso gratuito ao Ensino Médio em Israel. Os três anos de bolsa de estudos são financiados pelo Estado de Israel.

Uma seleção prévia é feita no Brasil, duas vezes por ano. O processo seletivo inclui entrevista pessoal e testes de personalidade e conhecimentos gerais. O programa ofecere até 30 vagas anuais para brasileiros. Os participantes chegam antes do início do período escolar em Israel – que ocorre em setembro – para que possam frequentar um curso intensivo (Ulpan) da língua hebraica e cursar algumas matérias para obter o nível exigido pelo Naale.

O Naale tem uma rede de mais de 50 escolas, religiosas e laicas. O estudante reside próximo às escolas, emkibutzim ou aldeias juvenis, sendo acolhido por uma família adotiva.

Ao término do programa, que lhe permite obter o certificado de conclusão do Ensino Médio israelense (Bagrut), reconhecido também no Brasil, o aluno pode ingressar em uma universidade israelense, sem fazer o curso preparatório (Mechiná). Não há obrigação de emigrar para Israel ao final do Ensino Médio.

Desde 1992, mais de 20 mil alunos dos Estados Unidos, Europa, ex-União Soviética, América do Sul e África do Sul concluíram o programa. Mais de 200 brasileiros já passaram com êxito pelo projeto. Entre eles, há hoje estudantes em universidades de Israel, dos EUA e na USP. O nível de sucesso em universidades israelenses é de 90%.

Estudantes com desempenho destacado nas áreas de matemática e ciências podem ganhar bolsa de estudos da Anieres Elite Academy e depois ingressar no renomado Instituto Tecnológico Technion, em Haifa, que tem uma parceria com a Anieres.

Para mais informações, contatar naalebrazil@gmail.com. Veja também o site do Naale.


Participantes do programa Naale, em Israel. Fotos: Iris Barnea.

 
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Publicado por em fevereiro 27, 2014 em Israel

 

Os povos da “Palestina”

La verdadera identidad de los palestinos

En éste estudio presento el verdadero origen e identidad del pueblo árabe comúnmente conocido como “palestinos”, y los muchos mitos difusos acerca de ellos. Este estudio es absolutamente neutral y objetivo, basado únicamente en evidencias históricas y arqueológicas así como en otros documentos,incluso fuentes árabes, y citando declaraciones de autoridades y personalidades islámicas.
Existen muchos mitos modernos -o mas exactamente, mentiras- que podemos oír diariamente a través de los medios de comunicación como si fueran verdades, por supuesto, ocultando la verdad. Por ejemplo, cada vez que se menciona el Monte del Templo o Jerusalem, se recalca que es “el tercer lugar santo para los musulmanes”, pero ¿por qué no se dice nunca que es el PRIMER Lugar Santo de los judíos? ¡La información es evidentemente parcial!
Para hacer éste estudio lo mas comprensible posible, será presentado en dos unidades:
·1) Mitos y evidencias acerca del origen e identidad del pueblo impropiamente llamado palestino;
·2) Mitos y evidencias en relación a Jerusalem y la Tierra de Israel.

Origen e identidad de los palestinos

Los palestinos son el mas reciente de todos los pueblos sobre la faz de la tierra, y comenzaron a existir en un solo día a causa de una especie de fenómeno sobrenatural único en la historia de la humanidad, como es testificado por Walid Shoebat, un ex-terrorista de la OLP que logró reconocer la mentira por la cual estaba luchando y la verdad que estaba combatiendo:

“ ¿Por qué el 4 de junio del 1967 yo era un jordano y de repente al otro día me transformé en un palestino? ”
“A nosotros no nos importaba que hubiera un gobierno jordano. La enseñanza que debíamos lograr la destrucción de Israel era parte definida en nuestro currículum, pero nos considerábamos a nosotros mismos como jordanos hasta que los judíos regresaron a Jerusalem. Entonces improvisamente, todos éramos palestinos – quitaron la estrella de la bandera de Jordania y en un momento tuvimos la bandera palestina”.
“Cuando finalmente me dí cuenta de las mentiras y mitos que me enseñaron, es mi deber como persona honesta desenmascararlos”.

Ésta declaración de un verdadero “palestino” debe tener algún significado para un observador sinceramente neutral. De hecho, no existe una tal cosa como el pueblo palestino, o una cultura palestina, o una lengua palestina, o una historia palestina. Nunca existió un estado palestino, ni ha sido jamás encontrado ningún resto arqueológico o moneda palestina. Los actuales “palestinos” son un pueblo árabe, de cultura árabe, lengua árabe, historia árabe. Ellos tienen sus propios estados árabes desde donde emigraron a la Tierra de Israel hace aproximadamente un siglo atrás con el fin de contrastar la inmigración judía. Ésta es la verdad histórica. Ellos eran jordanos (otra reciente invención británica, porque jamás existió ningún pueblo conocido como “jordanos”), después de la Guerra de los Seis Días, en la que Israel derrotó en manera categórica y aplastante la coalición de nueve estados árabes y tomó legítimamente poseso de Judea y Samaria, los habitantes árabes de esas regiones experimentaron una especie de milagro antropológico y descubrieron que eran palestinos – algo que no sabían el día anterior. Por supuesto, ésta gente, teniendo una nueva identidad debían construirse artificialmente una historia, es decir, debían robar la historia de algún otro, y el único modo para lograr que las víctimas de tal robo no se quejaran era que éstas no existieran mas. Entonces, los líderes palestinos se arrogaron dos linajes contradictorios de antiguos pueblos que habitaron en la Tierra de Israel: los cananeos y los filisteos. Consideremos ahora ambos antes de proseguir con la cuestión palestina.

Los cananeos:

Los cananeos son históricamente reconocidos como los primeros habitantes de la Tierra de Israel, antes que se establecieran allí los hebreos. De hecho, el nombre geográfico correcto de la Tierra de Israel es Canaán, no “Palestina” (que es una invención romana, como veremos mas adelante). Los cananeos consistían en diferentes tribus, que pueden distinguirse en dos grupos principales: los septentrionales o  cananeos de la costa y los meridionales o cananeos de la montaña.
·Los cananeos septentrionales poblaban la costa oriental del Mar Mediterráneo desde la parte sudoriental del golfo de Iskenderun hasta las proximidades del golfo de Haifa. Sus ciudades principales eran Tzur (Tiro), Tzidon (Sidón), Gebal (Byblos), Arvad, Ugarit, y son mas conocidos en la historia por su nombre griego, Fenicios, pero ellos se llamaban a sí mismos “Kana’ana” or “Kinajnu”. No fundaron ningún reino unificado sino mas bien se organizaron en ciudades autónomas, y no eran un pueblo guerrero sino hábiles comerciantes, navegantes y constructores. Los fenicios hablaban el arameo, idioma que adoptaron de sus vecinos semitas, lengua que era estrechamente emparentada con el hebreo (¡no con el árabe!). Fenicios e israelitas no necesitaban intérpretes para entenderse. Les tocó el mismo destino que al antiguo Reino de Israel y cayeron bajo la dominación asiria, luego babilónica, persa, macedonia, seléucida y romana. A través de la historia los fenicios se mezclaron con diferentes pueblos que habitaron en su tierra, principalmente griegos y armenios. Durante la expansión islámica fueron arabizados, sin embargo, nunca fueron completamente asimilados, y su actual nación es el Líbano, erróneamente considerada como un país “árabe”, una etiqueta la el pueblo libanés rechaza. A diferencia de los estados árabes, el Líbano tiene un nombre oficial en estilo democrático-occidental, “República del Líbano”, sin el adjetivo “árabe” que se requiere en la denominación de todo estado árabe. La única mención del término árabe en la constitución libanesa se refiere a la lengua oficial del estado, lo que no significa que el pueblo libanés sea árabe, en la misma manera que el idioma oficial de la Argentina es el español sin que ésto califique a los argentinos como españoles.
Los comúnmente llamados palestinos no son libaneses (aunque algunos de ellos provienen del Líbano ocupado por Siria), por lo cual no son fenicios (cananeos). De hecho, en Líbano los palestinos son “refugiados” y no se identifican con la población local.
·Los cananeos meridionales habitaron en la región montañosa desde el Golan hacia el sur, en ambos lados del Yarden (Jordán) y sobre la costa del Mediterráneo desde el golfo de Haifa hasta Yafo, que es el Canaán bíblico. Consistían en varias tribus de extracciones diferentes: además de los cananeos propiamente dichos, (fenicios), estaban los amorreos, hititas y pueblos hurritas como los jebuseos, heveos y horeos, todos ellos asimilados dentro del contexto arameo-cananeo. Nunca constituyeron un estado unificado ni organizado, sino que se mantuvieron dentro de un sistema de alianzas tribales.
Cuando los primeros hebreos llegaron a Canaán compartieron la tierra pero no se mezclaron, porque era prohibido a la familia de Avraham contraer matrimonio con cananeos. Sin embargo, once de lso doce hijos de Yakov tomaron mujeres cananeas (el otro hijo tomó una egipcia), y desde entonces, las Tribus de Israel comenzaron a mezclarse con los habitantes locales. Después del Éxodo, cuando los israelitas conquistaron la Tierra, hubo algunas guerras entre ellos y los cananeos en todo el periodo de los Sofetim (Jueces), hasta que los cananeos fueron definitivamente sometidos por el Rey David. En aquél tiempo, la mayoría de los cananeos estaban emparentados con los israelitas, otros voluntariamente aceptaron la Torah y pasaron a ser israelitas, otros se unieron al ejército de Israel o de Judá. En efecto, los cananeos son raramente mencionados durante el periodo de los Reyes, generalmente en referencia a sus costumbres paganas que introdujeron entre los israelitas, pero ya no como un pueblo distinto, porque habían sido completamente asimilados dentro de la nación israelita. Cuando los asirios invadieron el Reino de Israel, no dejaron aparte ningún cananeo, pues ya habían pasado a ser todos israelitas en aquél tiempo. Lo mismo sucedió cuando los babilonios deportaron la población del Reino de Judá.
Por lo tanto, el único pueblo que puede trazar un linaje que conduzca hasta los antiguos cananeos son los judíos, no los palestinos, porque cananeos no existían después del siglo 8 a.e.c. y no fueron aniquilados sino asimilados en el pueblo judío.
Conclusión: los palestinos no pueden reclamar ninguna descendencia de los antiguos cananeos – en tal caso, ¿por qué no pretender también los “territorios ocupados” por Siria, es decir, el Líbano? ¿Por qué no hablan el idioma de los antiguos cananeos, que era el hebreo? Porque NO son cananeos!

Los filisteos:

Es del término “filisteo” que el nombre “palestino” ha sido tomado. En realidad, los antiguos filisteos y los modernos palestinos tienen algo en común: ¡ambos son invasores de otras tierras! Ése es precisamente el significado de su nombre, que no es una denominación étnica sino un adjetivo aplicado a ellos: peleshet, del verbo “pelesh”, “secesionistas”, “intrusos” o “invasores”. Los filisteos eran una confederación de pueblos no-semíticos provenientes de Creta, las islas del Egeo y Asia Menor,conocidos también como “Pueblos del Mar”. Las principales tribus eran Tzekelesh, Shardana, Akhaiusha, Danauna, Tzakara, Masa o Meshuesh, Uashesh, Teresh o Tursha, Keshesh o Karkisha, Lukka y Labu. La patria original del grupo dominante en la federación filistea, o sea los “pelesati”, era la isla de Creta. Cuando la civilización minoica colapsó, también la cultura minoica desapareció de Creta, porque invasores de Grecia tomaron el control de la isla. Estos antiguos que cretenses llegaron al sur de Canaán eran conocidos como “pelishtim” por los hebreos y cananeos (que se aliaron para combatir contra los invasores). También invadieron Egipto y fueron derrotados por el faraón Ramsés III en el siglo 12 a.e.c. Los filisteos estaban organizados en ciudades-estado, siendo el núcleo principal la Pentápolis: Gaza, Ashdod, Ashkelon, Gath y Ekron, y su territorio era sobre la costa del Mediterráneo, un poco mas amplio que la actual “Franja de Gaza” – ¡no la entera Judá, nunca llegaron a conquistar Hevron, Jerusalem o Jericó!
Los Pueblos del Mar que invadieron Egipto fueron expulsados hacia otras tierras del Mediterráneo y no evolucionaron para pasar a ser ningún pueblo árabe, sino que desaparecieron y ya no eran mas reconocibles en tiempos de los romanos. Aquellos que vivían en Canaán fueron derrotados por el Rey David y reducidos a la insignificancia, los mejores guerreros de ellos fueron elegidos por David como su guardia personal. Los filisteos que aún quedaron en Gaza fueron sometidos por Sargón II de Asiria y después de aquél tiempo, desaparecieron definitivamente de la historia. Nunca mas fueron mencionados desde el retorno de los judíos de Babilonia.
Conclusión: no hay una sola persona en el mundo que pueda probar de tener ascendencia filistea, sin embargo, si los palestinos insisten, deben reconocerse a sí mismos como invasores en Israel, y deben reclamar a Grecia que les devuelva la isla de Creta! Los filisteos se extinguieron, y toda alusión a una supuesta relación genética con ellos es completamente falsa pues es históricamente imposible de establecer. En todo caso, reclamar una heredad filistea es inútil pues no puede legitimar ninguna tierra en la cual ellos han sido ocupantes extranjeros y no habitantes nativos. Los filisteos no eran árabes, y la única característica en común entre ambos pueblos es que en Israel deben ser considerados como invasores, los filisteos desde el mar y los árabes del desierto. Ellos no quieren a Jerusalem porque sea su ciudad, que no lo es y nolo ha sido nunca, ellos simplemente quieren quitársela a los judíos, a quienes ha siempre pertenecido por tres mil años. Los filisteos trataron de quitar a los israelitas el Arca del Pacto, los palestinos modernos tratan de quitarles la Ciudad del Pacto.

Los palestinos: No, ellos no son ningún pueblo antiguo, aunque lo digan. Ellos nacieron en un solo día, después de una guerra que duró seis días en 1967 e.c. Si ellos fueran verdaderos cananeos, hablarían en hebreo y reclamarían a Siria que les dé las tierras ocupadas en el Líbano, pero no lo son. Si fueran filisteos, reclamarían la isla de Creta a Grecia y reconocerían que no tienen nada que ver con la Tierra de Israel, y pedirían excusas a Israel por haber robado el Arca del Pacto.

La tierra llamada “Palestina”

En el siglo 2 e.c., el último intento de los judíos de lograr la independencia del Imperio Romano terminó con el famoso evento de Masada, que es históricamente documentado y universalmente reconocido como el hecho que determinó la Diáspora Judía en manera definitiva. La Tierra donde éstos eventos ocurrieron era hasta entonces conocida como la provincia de Judæa, y no existe ninguna mención de algún lugar llamado “Palestina” antes de ése tiempo. El emperador romano Adriano estaba muy enfadado con la Nación Judía y decidió eliminar el nombre de Israel y de Judá de la faz de la tierra, para que no hubiera mas memoria del país que pertenecía a aquél pueblo rebelde. Entonces decidió reemplazar la denominación de aquella provincia romana y recurrió a la historia antigua para hallar un nombre que pudiera ser apropiado, y encontró que un pueblo extinto que era desconocido en tiempos romanos, llamado “filisteos”, habitó una vez en ésa área y eran enemigos de los israelitas. Por lo tanto, según la escritura latina, inventó el nuevo nombre: “Palæstina”, un nombre que sería también odioso para los judíos recordándoles sus antiguos rivales. El emperador hizo ésto con el propósito explícito de eliminar todo vestigio de la memoria de la historia judía. Los antiguos romanos, como los modernos palestinos, han cumplido la Profecía de las Escrituras que declara: “Sobre tu pueblo han consultado astuta y secretamente, y han entrado en consejo contra tus elegidos. Han dicho: ‘Venid, y cortémoslos de ser pueblo, y no haya más memoria del nombre de Israel’.” – Tehilim 83:3-4 (Salmo 83:3-4). Pero fracasaron, porque Israel todavía vive. Toda persona honesta reconoce que no existe mención del nombre Palestina en la historia antes que los romanos re-denominaran la provincia de Judea, que tal nombre no se encuentra en ningún documento de la antigüedad, no se halla escrito en la Biblia, ya sea en las Escrituras Hebreas como en el Testamento Cristiano, ni tampoco en registros asirios, o persas, macedonios, ptolemaicos, seléucidas o otras fuentes griegas, y que ningún pueblo “palestino” ha sido jamás mencionado, ni siquiera por los romanos que inventaron el término. Si los “palestinos” supuestamente fueran los habitantes históricos de la Tierra Santa, ¿por qué no combatieron por la independencia de la ocupación romana como hicieron los judíos? ¿Cómo es posible que ningún líder palestino dirigiendo una revuelta contra los invasores romanos haya sido mencionado en algún documento histórico? ¿Por qué no resulta ningún grupo de rebeldes palestinos, como por ejemplo los Zelotes judíos? ¿Por qué todos los documentos históricos mencionan a los judíos como los habitantes nativos, y también griegos, romanos y otros como extranjeros que vivían en Judea, pero no se nombra ningún pueblo palestino, ni como nativos ni como extranjeros? Es mas, no hay ninguna referencia a algún pueblo palestino en el qur’an (corán), aunque los musulmanes dicen que su profeta estuvo una vez en Jerusalem (un evento que no se menciona en el corán). Resulta evidente que él nunca encontró ningún palestino en toda su vida, ni tampoco sus sucesores. El califa Salahuddin al-Ayyub (Saladino), conoció a los judíos y cortésmente les invitó a establecerse en Jerusalem, que él reconocía como la Patria de ellos, pero nunca vió a ningún palestino… ¡Decir que los palestinos son el pueblo original de Eretz Yisrael no está sólo en contra de la historia secular sino también en contra de la historia islámica!
El nombre “Falastin” que los árabes usan hoy para decir “Palestina” no es un nombre árabe, sino que ha sido adoptado y adaptado del latínPalæstina. ¿Cómo puede un pueblo árabe tener un nombre occidental en lugar de uno en la propia lengua? Porque el uso del término “palestino” para un grupo árabe es solamente una creación política moderna sin ninguna base histórica o étnica, y no indica algún pueblo antes del 1967. Un escritor y periodista árabe declaró:

“Jamás existió una tierra llamada Palestina gobernada por palestinos. Los palestinos son árabes, indistinguibles de los jordanos (otra invención reciente), sirios, iraquíes, etc. Tened en mente que los árabes controlan el 99.9 por ciento del Medio Oriente. Israel representa un décimo del uno por ciento de las tierras. Pero eso es demasiado para los árabes. Ellos quieren poseer todo. Y éste es en definitiva el motivo del conflicto con Israel… No importa cuántas concesiones de territorio los israelíes hagan, nunca será suficiente”.

– Joseph Farah, “Mitos del Medio Oriente” –

Tomemos en consideración lo que otros árabes han dicho:

“No existe ningún país que se llame Palestina. ‘Palestina’ es un término inventado por los Sionistas. No hay ninguna Palestina en la Biblia. Nuestro país ha sido por siglos parte de Siria. ‘Palestina’ es ajena para nosotros. Son los Sionistas que han introducido este nombre”.

– Auni Bey Abdul-Hadi, líder árabe sirio en la British Peel Commission, 1937 –

 

“No existe ninguna cosa llamada Palestina en la historia, absolutamente no”.

– Profesor Philip Hitti, historiador árabe, 1946 –

 

“Es de público dominio el hecho que Palestina no es otra cosa que la Siria meridional”.

– Representante de Arabia Saudita en las Naciones Unidas, 1956 –

 

En cuanto a la Tierra Santa, el jefe de la delegación Siria en la Conferencia de Paz de París en febrero 1919 djo:

“La única dominación árabe desde la Conquista en el 635 e.c. apenas duró como tal 22 años”.

Las declaraciones precedentes, hechas por políticos árabes, fueron anteriores al 1967, porque no tenían la mas mínima idea de la existencia de ningún pueblo palestino. ¿Cómo y cuándo ellos cambiaron idea y decidieron que tal pueblo existe? Cuando el Estado de Israel renació en 1948 e.c., los “palestinos” no existían aún, los árabes todavía no habían descubierto ese “antiguo” pueblo. Estaban muy ocupados con el propósito de aniquilar el nuevo Estado Soberano y no tenían intención de crear ninguna entidad palestina, sino solamente distribuir la tierra entre los estados árabes ya existentes. Fueron derrotados. Trataron nuevamente de destruir Israel en 1967, y fueron humillados en sólo seis días, en los que perdieron la tierra que habían usurpado en 1948. En aquellos 19 años de ocupación árabe de Jerusalem, Judea, Samaria y la Franja de Gaza, ni Jordania ni Egipto sugirieron la idea de crear un estado “palestino”, porque los aún inexistentes palestinos jamás habrían reclamado el supuesto derecho de tener un propio estado… Paradójicamente, durante el mandato británico, ningún grupo árabe era llamado “palestinos”, sino los judíos!

Lo que otros árabes han declarado después de la Guerra de los Seis Días:

“No hay diferencias entre los jordanos, palestinos, sirios y libaneses. Somos todos parte de una misma nación. Es sólo por razones políticas que subrayamos con énfasis nuestra identidad palestina… sí, la existencia de una identidad palestina separada sirve sólo por propósitos tácticos. La fundación de un estado palestino es una nueva arma para continuar la batalla contra Israel”.

– Zuhair Muhsin, comandante militar de la OLP y miembro del consejo ejecutivo de la OLP –

 

“Ustedes no representan a Palestina tanto como nosotros. Nunca olviden éste punto: No existe tal cosa como un pueblo palestino, no existe ninguna entidad palestina, existe sólo Siria. Ustedes son parte integrante del pueblo sirio, Palestina es parte integrante de Siria. Por lo tanto somos nosotros, las autoridades sirias, los verdaderos representantes del pueblo palestino”.

– El dictador sirio Hafez Assad al líder de la OLP Yassir Arafat –

 

“Cuando yo vivía en Palestina, todas las personas que yo conocí podían trazar su ascendencia hasta el país de origen del cual vinieron sus bisabuelos. Todos sabían perfectamente que sus orígenes no provenían de los cananeos, pero irónicamente, ésta era una de las materias que nuestra educación sobre el Medio Oriente incluye. ¡El hecho es que los palestinos de hoy son inmigrantes de las naciones vecinas! Yo crecí sabiendo perfectamente que la historia y los orígenes de los palestinos de hoy provenían as de Yemen, Arabia Saudita, Marruecos, cristianos de Grecia, sherkas musulmanes de Rusia, musulmanes de Bosnia, y los vecinos jordanos. Mi abuelo, que era un dignatario en Bethlehem, casi perdió su vida ante Abdul Qader Al-Husseni (el líder de la revolución palestina) después de haber sido acusado de haber vendido tierras a los judíos. El nos sabía decir que su pueblo Beit Sahur (Campos del Pastor) en el distrito de Bethlehem era desierto antes que su padre se estableciera allí con otras seis familias. El pueblo ha crecido ahora hasta 30.000 habitantes”.

– Walid Shoebat, un árabe “ex-palestino”  –

¿Desde cuándo los “palestinos” viven en “Palestina”?

Según los extravagantes conceptos de las Naciones Unidas, toda persona que pasó DOS AÑOS (!!!) en “Palestina” antes de 1948, con o sin pruebas, es un “palestino”, así como todos sus descendientes. De hecho, los líderes de la OLP demandan el “derecho” de todos los palestinos a regresar a la tierra que ellos ocuparon antes de junio de 1967 e.c., pero se refutan con vehemencia de regresar a la tierra donde vivían sólo 50 años antes, es decir, en 1917 e.c. ¿Por qué? Porque si aceptaran hacerlo, tendrían que establecerse nuevamente en Irak, Siria, Arabia, Libia, Egipto… y sólo un puñado de árabes permanecería en Israel (por Israel se entiende toda la Tierra entre el río Jordán y el Mar Mediterráneo, mas la región del Golan). Es enteramente documentado que los primeros habitantes de Eretz Yisrael eran los pioneros judíos, y no los árabes llamados palestinos. Algunos testigos oculares han escrito sus memorias acerca de la Tierra antes de la inmigración judía:

“No hay ni una aldea solitaria a través de toda la extensión (valle de Jezreel, Galilea); no por treinta millas en cualquier dirección… Uno puede recorrer diez millas en la región sin ver un alma viva. Para experimentar el tipo de soledad que causa tristeza, ven a Galilea… Nazareth es abandono… Jericó yace en desolada ruina… Bethlehem y Bethania, en su pobreza y humillación… desposeídas de toda criatura viviente… Una región desolada cuyo suelo es rico, pero completamente despojado de todo… una expansión silenciosa, lúgubre… una desolación… Nunca vimos un ser humano en todo el recorrido… Difícilmente se ve un árbol o un arbusto en algún lado. Incluso el olivo y el cactus, aquellos amigos del suelo árido e indigno, han desertado… Palestina yace en silicio y cenizas… desolada y desamorada…”.

– Mark Twain, “The Innocents Abroad”, 1867 –

¿Dónde se habían escondido los palestinos que Mark Twain no los vió? ¿Dónde estaba aquél “antiguo” pueblo a mitad del siglo XIX e.c.? Por supuesto, los políticos árabes de hoy tratan de desacreditar a Mark Twain e insultarlo y culparlo de racismo. Sin embargo, resulta que había otras personas que no lograron reconocer a ningún palestino en aquellos tiempos, ni antes:

“En 1590 un ‘simple visitante inglés’ en Jerusalem escribió: ‘Nada allí es interesante excepto un poco de las viejas murallas que aún permanecen, todo el resto es matas, espinos y cardos’.”.

– Gunner Edward Webbe, Palestine Exploration Fund,
Quarterly Statement, p. 86; de Haas, History, p. 338 –

 

“la tierra en Palestina carece de gente que pueda cultivar su suelo”.

– Thomas Shaw, arqueólogo británico, mediados del s. XVIII –

 

“Palestina es una tierra arruinada y desolada”.

– El conde Constantine François Volney, autor e historiador francés del s. XVIII –

 

“Los árabes mismos no pueden ser considerados sino residentes temporarios. Plantaban sus tiendas en los campos o construían sus lugares de refugio en las ruinas de las ciudades. No han creado nada allí. Siendo extranjeros en esa tierra, nunca lograron ser los propietarios. El viento del desierto que los llevó allí también un día los llevará a otra parte sin que hayan dejado algún señal de su pasaje”.

– Comentarios de cristianos acerca de los árabes en Palestina en el s. XIX –

 

“Luego entramos en el distrito montañoso, y nuestros pasos se sentían sobre el lecho seco de un antiguo torrente, cuyas aguas deben haber sido abundantes en el pasado, así como la tenaz y turbulenta raza que una vez habitó esos salvajes montes. Debe haber existido algún cultivo unos dos mil años atrás. Las montañas, o grandes montes rocosos que circundan este pasaje rústico, tienen crestas sobre sus laderas hasta la cima; en estas terrazas paralelas hay aún algo de suelo verde: cuando el agua fluía aquí, y el país era habitado por esa extraordinaria población que, según las Sacras Historias, era numerosa en la región, estas terrazas de montaña deben haber sido jardines y viñedos, como los que vemos hoy a lo largo de las costas del Rin. Ahora el distrito es completamente desértico, y se lo recorre entre lo que parece haber sido muchas cascadas petrificadas. No vimos animales en aquél paisaje rocoso; escasamente una docena de pequeñas aves durante todo el recorrido”.

– William Thackeray en “De Jaffa a Jerusalem”, 1844 –

 

“El país está considerablemente despoblado de habitantes y por lo tanto su mayor necesidad es de presencia humana”.

– James Finn, cónsul británico en 1857 –

 

“Hay muchas pruebas, como antiguas ruinas, acueductos rotos, y restos de viejas rutas, que muestran que el país no ha sido siempre tan desolado como se ve ahora. En la porción de llanura entre Monte Carmel y Jaffa difícilmente se halla alguna aldea o otras señales de vida humana. Hay algunos rudos molinos que han sido arrastrados por la corriente de antiguos torrentes. Un viaje de una hora mas nos llevó a las ruinas de la antigua Cesarea, que un tiempo fue una ciudad de doscientos mil habitantes, y la capital romana de Palestina, pero ahora completamente desierta. A la puesta del sol notamos el puerto desolado, que una vez estaba repleto de naves, y miramos en vano hacia el mar tratando de ver algún barco. En éste que fue un mercado populoso, pleno de rumor del tráfico, reinaba el silencio del desierto. Después de cenar nos reunimos en nuestra tienda como siempre para hablar de los sucesos del día, o de la historia de la localitdad. Sin embargo era triste, cuando me recostaba en la noche, a escuchar el rumor de las olas y a pensar en la desolación a nuestro alrededor”.

– B. W. Johnson, en “Young Folks in Bible Lands”, cap. IV, 1892 –

 

“El área era despoblada y permanecía económicamente muerta hasta la llegada de los primeros pioneros Sionistas en los 1880s, que vinieron a reconstruir la Tierra Judía. El país ha seguido siendo “la Tierra Santa” en la conciencia religiosa e histórica de la humanidad, que la relaciona con la Biblia y la historia del pueblo judío. El desarrollo del país producido por los judíos ha atraído también gran número de otros inmigrantes – judíos y árabes. La ruta que va desde Gaza hacia el norte era sólo un camino usado en el verano apropiado para camellos y carros… Las casas eran todas de barro. No se veían ventanas… Los arados que se usaban eran de madera… Las cosechas eran muy pobres… Las condiciones sanitarias en la aldea [Yabna] eran horribles… Las escuelas no existían… La tasa de mortalidad infantil era altísima… La parte occidental, hacia el mar, era prácticamente un desierto… Las aldeas en ésta área eran pocas y escasamente pobladas. Muchas ruinas de poblados dispersas en el área, porque debido a la difusión de la malaria, muchas aldeas fueron abandonadas por sus habitantes”.

– Informe de la British Royal Commission, 1913 –

La lista de viajeros y peregrinos a través de los siglos XVI hasta XIX e.c. que coinciden en dar descripciones  similares de la Tierra Santa es muy larga, incluyendo Alphonse de Lamartine, Sir George Gawler, Sir George Adam Smith, Siebald Rieter, sac. Michael Nuad, Martin Kabatnik, Arnold Van Harff, Johann Tucker, Felix Fabri, Edward Robinson y otros. Todos ellos hallaron el país casi vacío, exceptuando las comunidades judías en Jerusalem, Shechem, Hevron, Haifa, Safed, Irsuf, Cesarea, Gaza, Ramleh, Acre, Sidon, Tzur, El Arish, y algunos poblados en Galilea: Ein Zeitim, Pekiin, Biria, Kfar Alma, Kfar Hanania, Kfar Kana y Kfar Yassif. Incluso Napoleón I Bonaparte, habiendo visto la necesidad que la Tierra Santa fuera poblada, tuvo en mente programar un retorno masivo de los judíos de Europa para que se establecieran en el país que él reconocía como de ellos – evidentemente, el emperador no vió a ningún “palestino” reclamando derechos históricos sobre la Tierra Santa, cuyos pocos habitantes eran casi todos judíos.

Además, muchos documentos árabes confirman el hecho que la Tierra Santa era de población y cultura judía a pesar de la Diáspora:
·En 985 e.c. el escritor árabe Muqaddasi se quejaba que en Jerusalem la gran mayoría de la población era judía, diciendo que “la mezquita está vacía y sin adoradores…”.
·Ibn Khaldun, uno de los más acreditados historiadores árabes, en 1377 e.c. escribió:
“La soberanía judía en la Tierra de Israel dura por mas de 1400 años… Fueron los judíos que implantaron la cultura y las costumbres del asentamiento permanente”.
Después de 300 años de dominación árabe en la Tierra Santa, Ibn Khaldun testificó que la cultura y las tradiciones judías eran todavía dominantes. En aquél tiempo no había ninguan evidencia de raíces o cultura “palestinas” .
·El historiador James Parker escribió: “Durante el primer siglo después de la conquista árabe [670-740 e.c.], el califa y los gobernnadores de Siria y la Tierra [Santa] reinaban enteramente sobre súbditos cristianos y judíos. Aparte de lso beduinos en tiempos precedentes, los únicos árabes al oeste del Jordán eran los de las guarniciones”.
Aún cuando los árabes dominaron la Tierra desde el 640 e.c. hasta el 1099 e.c., nunca fueron la mayoría de la población. Casi todos los habitantes eran cristianos (asirios y armenios) y judíos.

Si los documentos históricos, comentarios escritos por testigos oculares y declaraciones de los estudiosos árabes de mayor prestigio no son aún suficientes, citemos entonces la mas importante autoridad para los árabes musulmanes:

“Entonces Nosotros [Alá] dijimos a los Hijos de Israel: ‘habitad seguramente en la Tierra Prometida. Y cuando la última admonición pasará, os reuniremos allí en gran multitud’.”.

– Qur’an 17:104 –

Todo musulmán sincero debe reconocer la Tierra que ellos llaman “Palestina” como la patria Judía, según el libro que ellos consideran ser el más sagrado y la última revelación de Alá.

Continuidad de la presencia judía en la Tierra Santa

Siempre que se trata la cuestión de la población judía en Israel, se da por sabida la idea que los judíos están “regresando” a la propia Patria después de dos milenios de exilio. Es verdad que tal es el caso de la mayoría de los judíos, pero no de todos ellos. No es correcto decir que la entera nación judía estaba en el exilio. El largo exilio, conocido como Diáspora, es un hecho documentado que prueba la legitimidad del reclamo judío de la Tierra de Israel, y fue la consecuencia de las Guerras Judaicas de independencia del Imperio Romano. Si los “palestinos” supuestamente fueran los habitantes históricos de la Tierra Santa, ¿por qué no lucharon por la independencia de la ocupación romana como hicieron los judíos? ¿Cómo es posible que ni siquiera un solo líder palestino dirigiendo una revuelta contra los invasores romanos sea mencionada en ningún documento histórico? ¿Por qué no se habla de ningún grupo revolucionario palestino, como por ejemplo los Zelotes judíos? ¿Por qué todos los documentos históricos mencionan a los judíos como los habitantes nativos, y griegos, romanos y otros como extranjeros residentes en Judea, pero ningún pueblo palestino, ni como nativo ni como extranjero? Después de la última guerra judaica en el s. 2 e.c., el emperador Adriano saqueó Jerusalem en el 135 e.c. y le cambió el nombre por Ælia Capitolina, y el nombre de Judæa por Palæstina, para eliminar la identidad judía de la faz de la tierra. La mayoría de los judíos fueron expulsados de su propia Tierra por los romanos, hecho que determinó el inicio de la grande Diáspora. Sin embargo, pequeños grupos de judíos permanecieron en la provincia que fue denominada “Palestina”, y sus descendientes habitaron en el propio país continuamente a través de generaciones hasta que los pioneros Sionistas comenzaron el retorno en masa en el s. XIX. por lo tanto, el reclamo judío de la Tierra de Israel es justificado no sólo en base a la antigua Promesa Bíblica, sino también por una presencia permanente de judíos como la única comunidad étnica autóctona existente en la Tierra Santa. A través de los siglos y bajo diferentes dominaciones, los judíos “palestinos”  nunca se sometieron a la asimilación sino que conservaron su identidad espiritual y cultural, así como las relaciones con otras comunidades judías en el Medio Oriente. El continuo flujo de judíos Mizrachim (orientales) y Sefaradim (mediterráneos, españoles) hacia la Tierra Santa contribuyó a mantener la existencia de la población judía en el área. Ésta presencia judía permanente en la impropiamente llamada Palestina precede de muchos siglos a la llegada del primer conquistador árabe.
Aún cuando Jerusalem fue declarada prohibida para los judíos en diferentes periodos (desde que los romanos prohibieron a todos los judíos entrar en la Ciudad), muchos de ellos se establecieron en las inmediatas proximidades y en otros poblados y aldeas de la Tierra Santa. Una comunidad judía se estableció en el Monte Sión. El dominio romano y luego bizantino fueron opresivos; a los judíos fue prohibido hacer oraciones en el Kotel, donde estuvo el Santo Templo. Los persas sasánidas tomaron el control sobre Jerusalem en el 614 e.c. aliados con los judíos locales, pero cinco años mas tarde la Ciudad cayó nuevamente bajo control bizantino, aunque efímeramente porque en el 638 e.c. Jerusalem fue capturada por el califa Omar. Ésa fue la primera vez que un líder árabe puso el pie en la Ciudad Santa, habitada por pueblos no-árabes (judíos, asirios, armenios, griegos y otras comunidades cristianas). Después de siglos de opresión romano-bizantina, los judíos dieron la bienvenida a los conquistadores árabes con la esperanza que sus condiciones mejorasen. los árabes encontraron una fuerte identidad judía en Jerusalem y alrededores; los judíos vivían en todo distrito del país y en ambos lados del Jordán. De hecho, los “palestinos” que habitaban históricamente en la Tierra Santa no eran otros que los mismos judíos! Ciudades como Ramallah, Jericó y Gaza eran enteramente judías en aquél tiempo. Los árabes, no teniendo ningún nombre en la propia lengua para denominar ésta región, adoptaron el nombre latino “Palæstina”, que tradujeron al árabe como “Falastin”.
Los primeros inmigrantes árabes que se establecieron en la impropiamente llamada Palestina – o, según la moderna concepción de la ONU, los primeros “refugiados palestinos” – eran judíos árabes, es decir nabateos que habían adoptado el judaísmo. Antes del islam, centros prósperos como Khaybar y Yathrib (re-denominada Medina) eran ciudades judío-nabateas. Cuando había carestía en el país, la gente se dirigía a Khaybar; los judíos siempre tenían frutos, y sus campos producían y eran irrigados con abundancia de agua. Cuando las hordas musulmanas conquistaron la Península Arábiga, toda esa riqueza fue reducida a ruinas; los musulmanes perpetraron masacres contra los judíos y los reemplazaron con masas de fellahin ignorantes sometidos a la nueva religión. Los sobrevivientes debieron escapar y refugiarse en la Tierra Santa, principalmente en Jericó y Dera’a, a ambos lados del Jordán.
Los califas árabes (omeyas, abasidas y fatimidas) controlaron la Tierra Santa hasta el 1071 e.c., cuando Jerusalem fue capturada por los turcos selyúcidas, y después de ése momento, nunca mas cayó bajo dominación árabe. Durante todo ése periodo, los árabes no establecieron ninguna estructura social permanente, sino se limitaron a gobernar sobre los habitantes nativos no-árabes, cristianos y judíos. Todo observador honesto notará que los árabes dominaron la Tierra Santa tres siglos menos que cuanto dominaron España!
En el 1099 e.c., los cruzados europeos conquistaron la impropiamente llamada Palestina y establecieron un reino que fue políticamente independiente, pero nunca desarrollaron una identidad nacional; era sólo una guarnición militar de la Europa “cristiana”. Los cruzados eran perversos y trataron por todos los medios de eliminar toda expresión de la cultura judía, pero todos sus esfuerzos terminaron sin éxito. En el 1187 e.c., los judíos participaron activamente con Salah-ud-Din Al’Ayyub (Saladino) contra los cruzados en la conquista de Jerusalem. Saladino, que fue el mas grande conquistador musulmán, no era un árabe sino un curdo. Los cruzados tomaron Jerusalem nuevamente desde 1229 hasta 1244 e.c., cuando la Ciudad fue capturada por los jwarezmios. Siguió un periodo de caos y de invasiones mongolas hasta el 1291 e.c., cuando los mamelucos completaron la conquista de casi todo el Medio Oriente y pusieron su capital en El Cairo, Egipto. los mamelucos eran originalmente mercenarios del  Asia Central y del Cáucaso empleados por los califas árabes; una mezcolanza de pueblos cuyo contingente principal era compuesto por cumanos, una tribu turca conocida también como kipchak, relacionada con los selyúcidas, kimaks y otros grupos. Se caracterizaban por su comportamiento ambiguo, porque los mercenarios cumanos frecuentemente servían ejércitos enemigos contemporáneamente. Los soldados mamelucos aprovecharon del momento propicio para tomar el poder para sí mismos, y aún cuando fueron despojados de su dominio, siguieron siendo empleados como guerreros por los sultanes otomanos y últimamente por Napoleón Bonaparte.
En el 1517 e.c., Jerusalem y toda la Tierra Santa fueron conquistados por los turcos otomanos y permanecieron bajo éste dominio por cuatro siglos, hasta el 1917 e.c., cuando los británicos capturaron Jerusalem y establecieron el “Mandato de Palestina”. Fue el fin del Imperio Otomano, que hasta entonces poseía todos los que ahora son países árabes. De hecho, desde la caída del califato abasida en el 945 e.c., no existió ninguna entidad política árabe en el Medio Oriente por un milenio!
A inicios del siglo XX e.c., la población de Judea y Samaria –impropiamente llamada “Cisjordania”– contaba con menos de 100.000 habitantes, de los cuales la mayoría eran judíos. Gaza no tenía mas de 80.000 habitantes “nativos” en el 1951, a la conclusión de la Guerra de Independencia de Israel contra todo el mundo árabe. Gaza fue ocupada por los árabes: ¿Cómo es posible que en sólo 50 años haya crecido de 80.000 a mas de un millón de personas? ¿Son todos esos árabes de Gaza tan hábiles para procrearse en manera sobrenatural? La inmigración masiva es la ÚNICA explicación plausible para tal crecimiento demográfico. La ocupación árabe entre el 1948 y el 1967 constituyó una gran oportunidad para  los líderes árabes para promover la inmigración masiva de “palestinos” (una mezcolanza de inmigrantes árabes) en Judea, Samaria y Gaza de todo país árabe, principalmente de Egipto, Siria, Líbano, Irak y Jordania. De hecho, desde 1950 hasta la Guerra de los Seis Días, bajo dominio Jordano, fueron fundados más de 250 asentamientos árabes en Judea y Samaria. La reciente construcción de las casas árabes resulta demasiado evidente en base a los materiales usados para construirlas: cemento armado y bloques. El gobierno israelí admite de haber permitido a mas de 240.000 trabajadores entrar en Judea y Samaria a través de la frontera con Jordania desde la Conferencia de Oslo ‒ sólo para permitirles de establecerse en esos territorios como colonos árabes. El número real es probablemente mayor. Si cientos de miles de trabajadores inmigrantes del Medio Oriente están llegando a Judea, Samaria y Gaza, ¿por qué se requiere a Israel de darles trabajo? En realidad es el contrario, está ayudando económicamente ésta gente que se rehúsa de aceptar la ciudadanía israelí o jordana; Israel está sólo atrayendo mas inmigrantes. Arabia Saudita en un solo año expulsó mas de 1.000.000 de inmigrantes sin ciudadanía. Basta que alguno piense que todos ellos son “palestinos”, considerando la definición de “palestino” según las Naciones Unidas: todos los árabes que han pasado DOS AÑOS en “Palestina” antes del 1948, y sus descendientes ‒con o sin alguna prueba o documento‒. Ésta definición fue específicamente designada para incluir colonos inmigrantes árabes (¡no colonos judíos!).

La perfidia británica

La restauración de la Tierra desolada y desierta inició en la última mitad del s. XIX con la llegada de los primeros pioneros judíos. Su trabajo creó nuevas y mejores condiciones y oportunidades, que a su vez atrajeron inmigrantes de muchas partes del Medio Oriente, principalmente árabes pero también circasianos, curdos y otros. La Declaración de Balfour del 1917, confirmada por la Liga de Naciones, encargó al gobierno británico (que tomó el control de la Tierra Santa después de haber derrotado a los turcos otomanos) al principio que “el gobierno de Su Majestad vé con favor el establecimiento en Palestina de la Patria Nacional Judía, y usará sus mejores esfuerzos para facilitar el logro de tal objetivo”. Fue especificado sea que ésta área sería abierta para “asentamiento judío” sea que los derechos de los habitantes ya residentes en el país serían preservados y protegidos. El “Mandato de Palestina” ‒como fue denominada la tierra ocupada por los británicos‒ originalmente incluía todo lo que es hoy Jordania, así como todo Israel, y los impropiamente llamados “territorios” entre ambos (?) ‒en realidad, el río Jordán y el Mar Muerto son el único “territorio” entre Israel y el Reino Hachemita‒.
Sin embargo, los intereses políticos y económicos de la Gran Bretaña en Arabia se transformaron rápidamente en una vergonzosa política anti-judía. El gobierno británico progresivamente limitó la inmigración judía. En 1939 la admisión de judíos para entrar en la Tierra Santa fue terminada. En el momento que los judíos de Europa tenían la mayor necesidad de refugio, los británicos les negaron de llegar a la Tierra que era la única esperanza de liberación de las atrocidades de la Shoah. ¡Sí, el gobierno británico no es menos culpable que la Alemania nazi por la Shoah! Contemporáneamente, los británicos permitieron e incluso fomentaron la inmigración masiva e ilegal en las tierras al oeste del río Jordán desde los países árabes. Sucesivamente, todas las tierras del Mandato de Palestina al este del río Jordán fueron entregadas a los árabes y se creó el estado títere de “Trans-Jordania”, nombre que luego fue cambiado por “Jordania” después que los árabes ocuparon el lado occidental en 1948. No existía ningún nombre árabe tradicional o histórico para ésta tierra, entonces fue llamda en base al río que marcaba la frontera occidental (que luego fue incluido, hasta junio del 1967). Con éste acto político, que violó las condiciones de la Declaración de Balfour y el Mandato, los británicos robaron mas del 75 % de la Patria Nacional Judía. A ningún judío fue jamás permitido residir en la parte oriental del río Jordán. Quedaba entonces menos del 25 % del Mandato de Palestina, y aún de éste remanente, los británicos violaron los requisitos establecidos por Balfour y el Mandato para la creación de la “Patria Nacional Judía” y del “asentamiento judío”. Progresivamente restringieron el área donde los judíos podían comprar tierras, vivir, edificar, cultivar o trabajar. Después de la Guerra de los Seis Días en 1967, Israel pudo finalmente establecerse en las tierras que habían sido prohibidas a los judíos por los británicos. Los gobiernos británicos sucesivos regularmente condenaron los asentamientos judíos como “ilegales”. De hecho, fueron los británicos que actuaron ilegalmente prohibiendo el acceso a los judíos a la Patria Nacional Judía! Para concluir vergonzosamente, cuando se llevó a cabo la votación en la ONU para la creación del Estado de Israel el 29 de noviembre de 1947, el Reino Unido SE ABSTUVO. Israel fue reconocido por la URSS, los países comunistas, los EE.UU. y Filipinas. Cuando los británicos debieron irse de la Tierra Santa, dejaron sus armas en manos de los árabes ‒ mientras que prohibieron a los judíos de poseer armas, las cuales debían tener clandestinamente para defenderse del inminente ataque de los árabes, en los cuales los británicos resultarían “desligados” y libres de toda responsabilidad…

 

 
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Publicado por em dezembro 30, 2013 em Israel

 

A mágica de Jerusalém

 
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Publicado por em outubro 21, 2013 em Israel

 

Um vestido novo para um ódio antigo

 

Por Pilar Rahola
 

Segunda-feira à noite, em Barcelona. No restaurante, uma centena de advogados e juizes. Eles se encontraram para ouvir minhas opiniões sobre o conflito do Oriente Médio. Eles sabem que eu sou um barco heterodoxo, no naufrágio do pensamento único, que reina em meu país, sobre Israel. Eles querem me escutar. Alguém razoável como eu, dizem, por que se arrisca a perder a credibilidade, defendendo os maus, os culpados? Eu lhes falo que a verdade é um espelho quebrado, e que todos nós temos algum fragmento. E eu provoco sua reação: “todos vocês se sentem especialistas em política internacional, quando se fala de Israel, mas na realidade não sabem nada. Será que se atreveriam a falar do conflito de Ruanda, da Caxemira, da Chechenia?”.

Não. São juristas, sua área de atuação não é a geopolítica. Mas com Israel se atrevem a dar opiniões. Todo mundo se atreve. Por quê? Porque Israel está sob a lupa midiática permanente e sua imagem distorcida contamina os cérebros do mundo. E, porque faz parte da coisa politicamente correta, porque parece solidariedade humana, porque é grátis falar contra Israel. E, deste modo, pessoas cultas, quando lêem sobre Israel estão dispostas a acreditar que os judeus têm seis braços, como na Idade Média, elas acreditavam em todo tipo de barbaridades. Sobre os judeus do passado e os israelenses de hoje, vale tudo.

A primeira pergunta é, portanto, por que tanta gente inteligente, quando fala sobre Israel, se torna idiota. O problema que temos, nós que não demonizamos Israel, é que não existe debate sobre o conflito, existe rótulo; não se troca ideias, adere-se a slogans; não desfrutamos de informações sérias, nós sofremos de jornalismo tipo hambúrguer, fast food, cheio de preconceitos, propaganda e simplismo.

O pensamento intelectual e o jornalismo internacional renunciaram a Israel. Não existem. É por isso que, quando se tenta ir mais além do pensamento único, passa-se a ser o suspeito, o não solidário e o reacionário, e o imediatamente segregado. Por quê? Eu tento responder a esta pergunta há anos: por quê? Por que de todos os conflitos do mundo, só este interessa? Por que se criminaliza um pequeno país, que luta por sua sobrevivência? Por que triunfa a mentira e a manipulação informativa, com tanta facilidade? Por que tudo é reduzido a uma simples massa de imperialistas assassinos? Por que as razões de Israel nunca existem? Por que as culpas palestinas nunca existem? Por que Arafat é um herói e Sharon um monstro? Em definitivo, por que, sendo o único país do mundo ameaçado com a destruição é o único que ninguém considera como vítima?

Eu não acredito que exista uma única resposta a estas perguntas. Da mesma forma que é impossível explicar a maldade histórica do antissemitismo completamente, também não é possível explicar a imbecilidade atual do preconceito anti-Israel. Ambos bebem das fontes da intolerância, da mentira e do preconceito. Se, além disso, nós aceitarmos que ser anti-Israel é a nova forma de ser antissemita, concluímos que mudaram as circunstâncias, mas se mantiveram intactos os mitos mais profundos, tanto do antissemitismo cristão medieval, como do antissemitismo político moderno. E esses mitos desembocam no que se fala sobre Israel. Por exemplo, o judeu medieval que matava as crianças cristãs para beber seu sangue, se conecta diretamente com o judeu israelense que mata as crianças palestinas para ficar com suas terras. Sempre são crianças inocentes e judeus de intenções obscuras.

Por exemplo, a ideia de que os banqueiros judeus queriam dominar o mundo através dos bancos europeus, de acordo com o mito dos Protocolos (dos Sábios de Sião), conecta-se diretamente com a ideia de que os judeus de Wall Street dominam o mundo através da Casa Branca. O domínio da imprensa, o domínio das finanças, a conspiração universal, tudo aquilo que se configurou no ódio histórico aos judeus, desemboca hoje no ódio aos israelenses. No subconsciente, portanto, fala o DNA antissemita ocidental, que cria um eficaz caldo de cultura. Mas, o que fala o consciente? Por que hoje surge com tanta virulência uma intolerância renovada, agora centrada, não no povo judeu, mas no estado judeu? Do meu ponto de vista, há motivos históricos e geopolíticos, entre eles o sangrento papel soviético durante décadas, os interesses árabes, o antiamericanismo europeu, a dependência energética do Ocidente e o crescente fenômeno islâmico.

Mas também surge de um conjunto de derrotas que nós sofremos como sociedades livres e que desemboca em um forte relativismo ético. Derrota moral da esquerda. Durante décadas, a esquerda ergueu a bandeira da liberdade, onde houvesse injustiça, e foi a depositária das esperanças utópicas da sociedade. Foi a grande construtora do futuro. Apesar da maldade assassina do stalinismo ter afundado essas utopias e ter deixado a esquerda como o rei que estava nu, despojado de trajes, ela conservou intacta sua auréola de lutadora, e ainda dita as regras do que é bom e ruim no mundo. Até mesmo aqueles que nunca votariam em posições de esquerda, concedem um grande prestígio aos intelectuais de esquerda, e permitem que sejam eles os que monopolizam o conceito de solidariedade. Como fizeram sempre. Deste modo, os que lutavam contra Pinochet, eram os lutadores pela liberdade, mas as vítimas de Castro são expulsas do paraíso dos heróis e transformadas em agentes da CIA, ou em fascistas disfarçados.

Da mesma forma que é impossível explicar a maldade histórica do antissemitismo completamente, também não é possível explicar a imbecilidade atual do preconceito anti-Israel. Ambos bebem das fontes da intolerância, da mentira e do preconceito.Eu me lembro, perfeitamente, como, quando era jovem, na Universidade combativa da Espanha de Franco, ler Solzhenitsyn era um horror! E deste modo, o homem que começou a gritar contra o buraco negro do Gulag stalinista, não pôde ser lido pelos lutadores antifranquistas, porque não existiam as ditaduras de esquerda, nem as vítimas que as combatiam.

Essa traição histórica da liberdade se reproduz no momento atual, com precisão matemática. Também hoje, como ontem, essa esquerda perdoa ideologias totalitárias, se apaixona por ditadores e, em sua ofensiva contra Israel, ignora a destruição de direitos fundamentais. Odeia os rabinos, mas se apaixona pelos imãs; grita contra o Tzahal (Exército israelense), mas aplaude os terroristas do Hamas; chora pelas vítimas palestinas, mas rejeita as vítimas judias; e, quando se comove pelas crianças palestinas, só o faz se puder acusar os israelenses. Nunca denunciará a cultura do ódio, ou sua preparação para a morte, ou a escravidão que suas mães sofrem. E enquanto iça a bandeira da Palestina, queima a bandeira de Israel.

Um ano atrás, eu fiz as seguintes perguntas no Congresso do AIPAC (Comitê de Assuntos Públicos EUA-Israel) em Washington: “Que profundas patologias alijam a esquerda de seu compromisso moral? Por que nós não vemos manifestações em Paris, ou em Barcelona, contra as ditaduras islâmicas? Por que não há manifestações contra a escravidão de milhões de mulheres muçulmanas? Por que eles não se manifestam contra o uso de crianças-bomba, nos conflitos onde o Islã está envolvido? Por que a esquerda só está obcecada em lutar contra duas das democracias mais sólidas do planeta, e as que sofreram os ataques mais sangrentos, os Estados Unidos e Israel?”

Porque a esquerda, que sonhou utopias, parou de sonhar, quebrada no muro de Berlim do seu próprio fracasso. Já não tem ideias, e sim slogans. Já não defende direitos, mas preconceitos. E o preconceito maior de todos é o que tem contra Israel. Eu acuso, portanto, de forma clara: a principal responsabilidade pelo novo ódio antissemita, disfarçada de posições anti-Israel, provém desses que deveriam defender a liberdade, a solidariedade e o progresso. Longe disto, eles defendem os déspotas, esquecem suas vítimas e permanecem calados perante as ideologias medievais que querem destruir a civilização. A traição da esquerda é uma autêntica traição à modernidade.

Derrota do jornalismo. Temos um mundo mais informado do que nunca, mas nós não temos um mundo melhor informado. Pelo contrário, os caminhos da informação mundial nos conectam com qualquer ponto do planeta, mas eles não nos conectam nem com a verdade, nem com os fatos. Os jornalistas atuais não precisam de mapas, porque têm o Google Earth, eles não precisam saber história, porque têm a Wikipedia. Os jornalistas históricos que conheciam as raízes de um conflito, ainda existem, mas são espécies em extinção, devorados por este jornalismo tipo hambúrguer, que oferece fast food de notícias, para leitores que querem fast food de informação.

Israel é o lugar mais vigiado do mundo e, ainda assim, o lugar menos compreendido do mundo. Claro que, também influencia a pressão dos grandes lobbys dos petrodólares, cuja influência no jornalismo é sutil, mas profunda. Qualquer mídia sabe que se falar contra Israel não terá problemas. Mas, o que acontecerá se criticar um país islâmico? Sem dúvida, então, sua vida ficará complicada. Não nos confundamos. Parte da imprensa, que escreve contra Israel, se veria refletida na frase afiada de Goethe: “Ninguém é mais escravo do que aquele que se acha livre, sem sê-lo”. Ou também em outra, mais cínica de Mark Twain: “Conheça primeiro os fatos e logo os distorça quanto quiser”.

Derrota do pensamento crítico. A tudo isto, é necessário somar o relativismo ético, que define o momento atual, e que é baseado, não na negação dos valores da civilização, mas na sua banalização. O que é a modernidade?

Pessoalmente a explico com este pequeno relato: se eu me perdesse em uma ilha deserta, e quisesse voltar a fundar uma sociedade democrática, só necessitaria de três livros: as Tábuas da Lei, que estabeleceram o primeiro código de comportamento da modernidade. “O não matarás, não roubarás”, fundou a civilização moderna. O código penal romano. E a Declaração dos Direitos Humanos. E com estes três textos, começaríamos novamente. Estes princípios que nos endossam como sociedade, são relativizados, até mesmo por aqueles que dizem defendê-los. “Não matarás”, depende de quem seja o objeto, pensam aqueles que, por exemplo, em Barcelona, se manifestam aos gritos a favor do Hamas.
“Vivam os direitos humanos”, depende de a quem se aplica, e por isso milhões de mulheres escravas não preocupam. “Não mentirás”, depende se a informação for uma arma de guerra a favor de uma causa. A massa crítica social se afinou e, ao mesmo tempo, o dogmatismo ideológico engordou. Nesta dupla mudança de direção, os fortes valores da modernidade foram substituídos por um pensamento fraco, vulnerável à manipulação e ao maniqueísmo.

Derrota da ONU. E com ela, uma firme derrota dos organismos internacionais, que deveriam cuidar dos direitos humanos, e que se tornaram bonecos destroçados nas mãos de déspotas. A ONU só serve para que islamofascistas, como Ahmadinejad, ou demagogos perigosos, como Hugo Chávez, tenham um palco planetário de onde cuspir seu ódio. E, claro, para atacar Israel sistematicamente. A ONU, também, vive melhor contra Israel.

Finalmente, derrota do Islã. O Islã das luzes sofre hoje o ataque violento de um vírus totalitário, que tenta frear seu desenvolvimento ético. Este vírus usa o nome de D’us para perpetrar os horrores mais inimagináveis: apedrejar mulheres escravizá-las, usar grávidas e jovens com atraso mental como bombas humanas, educar para o ódio, e declarar guerra à liberdade. Não esqueçamos, por exemplo, que nos matam com celulares conectados, via satélite, com a Idade Média. Se o stalinismo destruiu a esquerda, e o nazismo destruiu a Europa, o fundamentalismo islâmico está destruindo o Islã. E também tem, como as outras ideologias totalitárias, um DNA antissemita. Talvez o antissemitismo islâmico seja o fenômeno intolerante mais sério da atualidade, e não em vão afeta mais de 1,3 bilhões de pessoas educadas, maciçamente, no ódio ao judeu.

Na encruzilhada destas derrotas, se encontra Israel. Órfão de uma esquerda razoável, órfão de um jornalismo sério e de uma ONU digna, e órfão de um Islã tolerante, o Estado de Israel sofre com o paradigma violento do século XXI: a falta de compromisso sólido com os valores da liberdade. Nada é estranho. A cultura judaica encarna, como nenhuma outra, a metáfora de um conceito de civilização que hoje sofre ataques por todos os flancos. Vocês são o termômetro da saúde do mundo. Sempre que o mundo teve febre totalitária, vocês sofreram. Na Idade Média fascismo europeu, no fundamentalismo islâmico. Sempre, o primeiro inimigo do e confusão social, Israel encarna, na própria carne, o judeu de sempre.

Um pária de nação entre as nações, para um povo pária entre os povos. É por isso que o antissemitismo do século XXI foi vestido com o disfarce efetivo da crítica anti-Israel. Toda crítica contra Israel é antissemita? Não. Mas, todo o antissemitismo atual transformou-se no preconceito e na demonização contra o Estado Judeu. Um vestido novo para um ódio antigo.

Benjamim Franklin disse: “Onde mora a liberdade, lá é a minha pátria”. E Albert Einstein acrescentou: “A vida é muito perigosa. Não pelas pessoas que fazem o mal, mas por aquelas que ficam sentadas vendo isso acontecer”.

Este é o duplo compromisso aqui e hoje: nunca se sentar vendo o mal passar e defender sempre as pátrias da liberdade.

 
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Publicado por em outubro 7, 2013 em Israel

 

Israel Feliz

Israel Feliz

ESCRITO POR DANIEL PIPES | 26 JUNHO 2013
INTERNACIONAL – ORIENTE MÉDIO

Desistam, encontrem outro país para atormentar.
Em uma declaração tipicamente desastrada, o Secretário de Estado dos EUA John F. Kerry se queixou recentemente que os israelenses estão satisfeitos demais para acabar o conflito com os palestinos: “A população de Israel não acorda todos os dias ponderando se amanhã haverá paz porque há uma sensação de segurança, de realização e de prosperidade”.

Embora o Sr. Kerry equivoca-se em relação aos israelenses (o rejeicionismo palestino, não a prosperidade, fez com que eles abandonassem a diplomacia), ele está certo, quanto aos israelenses terem “a sensação de segurança e de prosperidade”. Eles são por via de regra felizes. Uma pesquisa de opinião recente constatou que 93% dos israelenses judeus têm orgulho de serem israelenses. Sim, as armas nucleares assombram e existe a possibilidade de confrontação com Moscou, mas as coisas nunca estiveram melhores. Com agradecimentos a Efraim Inbar da Universidade Bar-Ilan por ter-nos fornecido algumas das informações a seguir, vamos averiguar o porquê dessa constatação.

Israel tem mais crianças per capita que qualquer outro país do primeiro mundo.*

— Para sustentar a população de um país é necessário que as mulheres deem à luz a 2,1 filhos, Israel tem umíndice de natalidadede 2,65, o que faz com que seja o único país adiantado a exceder a reposição. (O país que chega mais perto é a França com 2,08, sendo o mais baixo Cingapura com 0,79). Apesar dos religiosos e dos árabes responderem de alguma forma por esse índice robusto, os judeus seculares são a chave.

— Israel desfrutou de um crescimento de 14,5% do produto interno bruto, durante a recessão entre 2008 e 2012, significando a maior taxa de crescimento econômico em relação a qualquer país da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). (Por outro lado, as economias adiantadas, como um todo, tiveram uma taxa de crescimento de 2,3%, com o peso dos Estados Unidos de 2,9% e a zona do Euro de 0,4% negativo). Israel investe 4,5% do produto interno bruto (GDP) em pesquisa e desenvolvimento, a mais alta porcentagem do mundo.

— Por conta das descobertas de gás e petróleo, observa Walter Russell Mead, “a Terra Prometida, do ponto de vista de recursos naturais, poderia ser, centímetro a centímetro o país mais valioso e rico em energia do mundo”. Esses recursos aprimoram a posição de Israel no mundo.

Gás natural do campo Tamar em Israel acaba de chegar aos consumidores.

— Com a Síria e o Egito absorvidos pelos problemas internos, a ameaça existencial que esses países uma vez apresentavam, praticamente desapareceu, por ora. Graças a táticas inovadoras, os ataques terroristas foram quase eliminados. As Forças de Defesa de Israel (IDF) contam com recursos humanos excepcionais e se encontram na vanguarda da tecnologia militar e, a sociedade israelense comprovou sua prontidão para combater em um conflito prolongado. O Sr. Inbar, estrategista, conclui que “o diferencial de poder entre Israel e seus vizinhos árabes continua crescendo”.

— O foco diplomático palestino que dominou a política do país por décadas após 1967 perdeu terreno, sendo que apenas

10% dos israelenses judeus julgam as negociações como alta prioridade. O Sr. Kerry pode estar obcecado frente a essa questão, mas nas ásperas palavras de um político, “Debater sobre o processo de paz é como debater sobre a cor da camisa que você irá usar ao aterrissar em Marte”.

— Até mesmo o problema nuclear iraniano pode ser menos terrível que parece. Segundo a previsão do analista militar Anthony Cordesman, o poder destrutivo imensamente superior do arsenal nuclear israelense juntamente com o crescente sistema defensivo de mísseis, uma batalha nuclear causaria grande destruição em Israel, mas a civilização iraniana seria destruída. “A recuperação iraniana não seria possível no sentido convencional do termo”. Por mais maníaca que seja a liderança iraniana, seria ela capaz de arriscar tudo?

— O sucesso do movimento “boicote, desinvestimento e sanções ” é muito limitado (Stephen Hawking esnobou o convite do presidente! Um órgão das Nações Unidas aprovou mais uma condenação absurda). Israel mantém relações diplomáticas com 156 dos 193 membros das Nações Unidas. Ao analisar diversos índices, o Sr. Inbar pôde verificar que, em termos globais, “Israel está realmente bem integrado”.

— Em pesquisas de opinião realizadas nos Estados Unidos, país mais importante do mundo e principal aliado de Israel, o Estado Judeu bate os palestinos pela razão de 4 para 1. Apesar das universidades serem realmente hostis, pergunto aos agoniados a seguinte questão: Onde você preferiria ter força, no Congresso dos EUA ou em algum campus? Fazer a pergunta é respondê-la.

— As tensões entre os asquenazitas e os sefaraditas diminuíram com o passar do tempo devido a uma combinação de casamentos mistos e a polinização cruzada das culturas. A questão da falta de participação dos religiosos está finalmente sendo abordada.

— Os israelenses fizeram contribuições culturais impressionantes, especialmente na música clássica, levando o crítico, David Goldman, a chamar Israel uma “mini superpotência nas artes”.

A Israel Philharmonic Orchestra (Orquestra Filarmônica de Israel), fundada em 1936 é uma respeitada instituição cultural.

Prestem atenção, antissionistas e antissemitas, palestinos e islamistas, extrema direita e extrema esquerda: vocês estão travando uma batalha perdida, o Estado Judeu está vencendo. Conforme o Sr. Inbar conclui corretamente, “O tempo está correndo a favor de Israel”. Desistam, encontrem outro país para atormentar.
Nota:
*Esta foto mostra Miri Leshem-Pelly, israelense, naturalista, ilustradora e autora de livros para crianças, lendo seu livro Lon-Lon’s Big Night para uma classe. Publicado em inglês e hebraico, o livro apresenta para as crianças a fauna do Negev.

Adendo: Para obter mais informações sobre Israel nessa linha (por exemplo, o feito único na reciclagem da água), acesse meu blog “Israel Extraordinário“.

Publicado no The Washington Times.
Original: Happy Israel

Tradução: Joseph Skilnik

 

 
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Publicado por em outubro 1, 2013 em Israel

 
 
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